A grande mentira do pagamento da dívida externa

Infelizmente, poucos brasileiros conhecem os detalhes informados no artigo de JM Almeida. Não deixe de mostrar ao seu amigo socialista de iPhone, aquele que adora dizer que o Governo Lula emprestou dinheiro ao FMI (risos).

O artigo pode ser encontrado através do link:
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/1042/a-grande-mentira-do-pagamento-da-divida-extera

Um dos argumentos mais usados pelos petistas na defesa de Lula, é que o ex-presidente pagou a dívida externa brasileira, recuperando crédito junto ao FMI. Esse foi o discurso do PT para a classe menos informada do país, e que por absoluta tristeza nossa, compõe a maioria dos brasileiros.

No dia 22 de fevereiro de 2008, o Governo Lula anunciou, por meio do Ministério da Fazenda e do Banco Central, que a dívida externa brasileira havia sido quitada. E ainda mais: já éramos até credores.

Tal notícia foi estampada, na época, na manchete dos principais jornais do país, como, por exemplo, no jornal Estado de S. Paulo: “O relatório divulgado ontem pelo Banco Central, segundo o qual o Brasil, pela primeira vez em 508 anos de história, deixa o papel de devedor e ingressa no seleto time dos credores do mercado internacional, é a consolidação de uma virada histórica”.

Quando Lula assumiu o seu primeiro mandato em 2002, a dívida externa era de R$ 212 bilhões, enquanto a dívida interna era de R$ 640 bilhões. Ou seja, o total, dívida externa mais interna, chegou aos inacreditáveis R$ 852 bilhões.

Em 2008, quando Lula assumiu ter pago a dívida, a dívida externa caiu para 0, já a interna chegou a – pasme – R$ 1,4 trilhão. Total da dívida: R$ 1,4 trilhão – 65% do PIB do Brasil. Agora em 2013 passou de R$ 2 trilhões!!

Mas por que nosso endividamento aumentou tanto? Então aí vai a resposta que os petistas que tanto abrem a boca pra falar em “elite e burguesia” não queriam ouvir: Para pagar ao FMI, Lula captou dinheiro junto aos banqueiros, que compraram os títulos da dívida (pagaram ao FMI). O Brasil, que pagava 4% de juros ao ano para o FMI, passou a pagar 19,5% ao ano para os banqueiros, beneficiando-os.

Ou seja, os banqueiros, ou a “elite” satanizada pelos petistas passaram a ser donos do Brasil, e que foi entregue por Lula para sustentar uma mentira política. E esses dados são da CPI da Dívida, que ocorreu entre 2009 e 2010 da Câmara dos Deputados, com farta documentação do Ministério da Fazenda e do Banco Central, sendo assim INCONTESTÁVEIS!

Os efeitos colaterais sobre a população
Mais uma vez os petistas desinformados haverão de chorar na cama, que é lugar quente. Ainda com um endividamento crescente, Lula não deixou de pegar novamente dinheiro no FMI. Não para pagar qualquer parcela da dívida interna que se avolumava, mas para sustentar os falsos programas sociais como PAC e obras faraônicas superfaturadas que nunca foram concluídas.

Além de pagarmos juros extorsivos aos banqueiros, passamos a dever também, novamente ao FMI. Isso causou um impacto na economia sem precedentes, e posso dizer que vivemos numa bolha de endividamento prestes a estourar, pois já chegamos a quase R$ 3 TRILHÕES no nosso endividamento total. Isso porque Lula assumiu com um endividamento de R$ 852 bilhões e fez o “favor” de mais que triplicá-lo.

Assim, tornou-se impraticável qualquer pretensão de reforma tributária, e o que aconteceu foi o contrário: A carga de impostos aumentou e foi regressiva, prejudicando as classes menos favorecidas. Lula deu vários incentivos para que a indústria barateasse seus produtos (mais uma vez a elite), estimulando o consumo. As indústrias tiveram a chance de vender seus produtos com prazos longos, lastreados pelos bancos e financeiras que já estavam com os cofres abarrotados.

Por outro lado, Lula deu uma falsa vantagem ao povo de baixa renda, pois carregou nos impostos sobre os produtos, diminuindo o poder de compra da população carente. O pobre podia comprar a TV dos sonhos, mas em prestações com juros extorsivos, e achando que Lula era “o cara”. Só enriqueceu mais ainda os bancos.

Já não bastasse a população estar com pele de vira-lata mas latindo como pastor alemão, iludida por Lulla, esta também foi a mais prejudicada e achatada pela política populista do PT, pois o Brasil chegou a ter 43,8% de sua receita total comprometida com a amortização da dívida e pagamento de spreads (juros) tanto ao FMI quanto aos banqueiros, e com isso sacrificou todos os investimentos em serviços públicos.

Vejamos em 2011 como a nossa receita foi distribuída:

Amortização da dívida e pagamento de juros: 43,8% da receita

Saúde: 4,17% da receita

Educação: 3,34% da receita

Trabalho: 2,42%

Ciência e Tecnologia: 0,34% da receita.

Cultura: 0,05% da receita

Saneamento: 0,04%

Ou seja, tudo aquilo que é essencial ao povo brasileiro representou APENAS 10,36% do dinheiro aplicado pelo governo, sendo que foi aplicado QUATRO VEZES mais só para beneficiar banqueiros e pagar dívidas.

Lula pagou alguma coisa, ou nos colocou no caminho da falência financeira e social?

Você realmente entende o significado da palavra fascista?

Nas últimas semanas (ou meses) as discussões se tornaram mais acaloradas, principalmente agora no segundo turno. Particularmente, tenho utilizado o espaço do AprendizFinanceiro para mostrar a minha visão e compartilhar informações que corroborem com meus argumentos. É evidente que ninguém é dono da verdade, mas tenho procurado disponibilizar informações muito bem fundamentadas, sem iludir ninguém.

Vamos ao que interessa, você sabe realmente o significado de “fascista“? Leiam este artigo:
https://spotniks.com/pare-de-chamar-os-outros-de-fascistas-voce-nem-sabe-o-que-essa-palavra-quer-dizer/

Aliás, o Fascismo apresenta maior tendência de esquerda ou direita?

A discussão quanto a posição política é pouco relevante, mas os argumentos foram muito bem fundamentados

Difícil negar, não é mesmo?
Não deixe que sua ideologia fale mais alto que a realidade dos fatos! 😉

Trade: Aproveitando a volatilidade do dólar!

O momento no cenário político-econômico é bastante delicado e, com isto, surgem questões quanto a possibilidade de especular algumas variáveis interessantes. Visitei meu amigo “Agostinho Carrara” (risos) e, após trocar uma ideia quanto a volatilidade do dólar, acabei pesquisando e resolvi fazer uma experiência com o Mercado Futuro, através dos “mini contratos de dólar“.

O assunto tratado envolve um risco muito alto, depende de controle emocional, conhecimento em análise técnica (também conhecida como gráfica) e não se trata de uma recomendação. NÃO TENTE CASO TENHA POUCA EXPERIÊNCIA!

Resumidamente, “Os mini contratos são uma ótima oportunidade para investidores com pequeno capital que querem operar alavancados no mercado futuro, apostando na alta ou baixa de produtos como Índices, Moedas ou Juros“.

Minha primeira experiência na Bolsa foi desastrosa porque não tinha consciência clara do posicionamento como Holder ou Trader, nem mesmo a aplicação adequada da análise técnica. Quando resolvi voltar para o mercado de renda variável, procurei obter maiores informações sobre estratégias de Trade.

Na realidade, voltei para mercado de renda variável por enxergar uma assimetria rara envolvendo a Petrobras. A partir deste momento, aportei apenas em PETR3 e comecei aprofundar os estudos sobre o Mercado de Capitais.

Dediquei várias horas assistindo cursos de análise técnica.
Encontrei excelentes cursos no Youtube mesmo, por exemplo:

Pouco tempo depois, assinei alguns relatórios da Empiricus (como Fundos Imobiliários (FIIs) e MicroCaps) – tem sido um aprendizado interessante, mas mantenho apenas o relatório de FIIs. Para efeito de comparação, participei de um período de “degustação” (risos) da Toro Radar e tive acesso à inúmeros cursos online (muito bom, por sinal) – aproveitei para extrair ao máximo as estratégias de trade e, por ser acesso temporário, registrei todas as informações em arquivo.

Baseado nas informações que colhi, criei uma estratégia própria e fiz simulações (sem colocar em prática) em PETR3 e PETR4. É fácil perceber que voltei com uma predisposição maior para análise técnica. No entanto, preferi dar maior peso para conceitos que, até então, ignorava. Puxei o freio de mão!

Inevitavelmente, conforme as pesquisas foram evoluindo, cheguei ao portal do Bastter. Confesso que, no início, fiquei um pouco descrente com os argumentos (operar valor, não dinheiro). Não início, não parecia fazer muito sentido.

Ao longo do tempo, percebi que a “filosofia Bastter” (como um todo) não era muito diferente do que sempre adotei para renda fixa e acúmulo de patrimônio. Apesar da maneira “radical e agressiva” de expor as certas informações, fui me identificando cada vez mais e percebi que os argumentos eram bem fundamentados. Aliás, considero uma das melhores fontes de conhecimento que encontrei naquele período.

Também comecei entender que, para a maioria das pessoas, a possibilidade de Viver de Trade não passará de uma ilusão – depende de controle emocional, experiência de mercado e muita disciplina. Até para colher as informações é complicado, não é qualquer coisa que serve e, para complicar um pouco mais, pode variar de pessoa para pessoa. Não é fácil.

Tentei fazer operações de “venda coberta” para “remuneração de carteira“. O fato de, na maioria das vezes, não ser uma execução rápida, dificultou minha avaliação no espaço de tempo e não me adaptei. Não deixa de ser uma forma de trade e com número de variáveis ainda maior. No momento, não pretendo insistir! 😉

Raramente, quando identifico assimetrias de mercado, apenas com os ativos que mantenho em carteira, arrisco um swing trade, operando com “opções a seco“. O resultado final tem sido positivo, mas não sei até que ponto tem sido realmente vantajoso.

Ainda assim, o foco principal é a atuação como Holder, avaliando a evolução da carteira – algo que venho compartilhando através do resultado mensal que compartilho.

Há pouco tempo, conversando com um grande amigo, resolvi fazer uma pesquisa quanto a possibilidade de especular a volatilidade do dólar.  A princípio, não parecia vantajoso o suficiente. Avaliando diferentes fatores, conforme comentei no primeiro vídeo, cheguei aos minicontratos. Não é a primeira vez que leio sobre o assunto, porém resolvi dar uma atenção maior.

Para melhor compreensão assistam o seguinte vídeo:

Na sexta-feira resolvi fazer um experimento e avaliar a estratégia que montei anteriormente.

Para ativar este tipo de negociação na Modalmais ativei os seguintes serviços:

Segmento BM&F e Margem Reduzida

Por fim, ativei o traderpro para operar com maior agilidade. Pela primeira vez, fiquei mais confortável para seguir a estratégia friamente, seguindo as sinalizações dos indicadores que usei. Ainda é cedo para afirmar se continuarei com os trades. No momento, só posso dizer que gostei da experiência.

Como de praxe, estou compartilhando uma experiência recente… Porém, por enquanto, em decorrência dos riscos envolvidos, NÃO RECOMENDO!

Eleições 2018: Será que é uma questão de “Ricos x Pobres”?

Em um dos vídeos que fiz, comentei que é praticamente impossível encontrar investidores que simpatizem com a ideologia de Esquerda. Não há como prosperar “dividindo a riqueza” indiscriminadamente. Hoje, recebi um vídeo de outro investidor que fala sobre o assunto e, por compartilhar da mesma visão, resolvi compartilhá-lo e incluir a minha opinião pessoal sobre o assunto.

Não pretendo, com esta postagem, fazer propaganda para candidato algum (até porque ainda estou um pouco dividido), mas concordo com os argumentos colocados no vídeo do canal Pit Money. Confiram:

Ontem, conversando com um amigo, discutíamos como a situação do país está preocupante. É desanimador. Infelizmente, grande parte da população ainda não entendeu a dimensão do problema frente ao rumo que estamos tomando. Apesar de tudo, ainda tenho um pouco de esperança (é a última que morre, não é mesmo?), mas ele disse que já vai começar estudar os trâmites para sair do país caso o pior cenário se confirme.

Nos últimos anos, muitas distorções foram enfiadas goela abaixo…

A esquerda costuma dividir a sociedade, criando uma rivalidade insana.

Vejo muita discussão envolvendo questões como: “Ricos x Pobres“. Não há como discordar que o mais importante é ampliar as oportunidades para que cada indivíduo busque seu crescimento, seja intelectual, financeiro ou pessoal.

“Infelizmente” (ou felizmente), cada indivíduo pensa e age de forma diferente. Ao contrário do que os últimos governos querem que acreditemos, não somos todos iguais – somente perante a lei (até isto não tem funcionado muito bem, pois alguns são mais iguais que outros). Não há como FORÇAR o desenvolvimento NA MARRA, muito menos penalizar os mais ricos justificando a busca de uma sociedade igualitária. Isto NUNCA funcionou.

Gritar que “a burguesia fede” (vide Cazuza) pode ganhar alguns pontinhos com parte da população, que se vê injustiçada e em desvantagens gritantes – é compreensível. Infelizmente, não passa de um tiro no próprio pé.

Ao contrário do que temos visto, os governos precisam incentivar o empresário, diminuindo a carga tributária e incentivando a contratação. O Estado não gera riqueza, apenas gerência (mal, diga-se de passagem). Vende-se uma imagem de que o empresário é o grande vilão, quando na verdade são eles que contratam. Se a economia não girar, TODOS PERDEM.

Uma nação precisa visar sua evolução econômica, política e social; jamais o inverso. Quando os mais pobres “desejam” a “falência do sistema econômico” (mesmo que indiretamente), na esperança de que o caos mostre a realidade, a fonte de riqueza da nação começa se esvair. E, neste momento, descobre-se que nada é tão ruim que não possa piorar.

É assim que pequenas empresas começam quebrar – pequenos estabelecimentos, presentes nos bairros não resistem, e a disponibilidade de produtos com preços mais acessíveis tende a cair (até sumir). Se o quadro se mantiver por muito tempo, empresas de maior porte, para não ficar no prejuízo, deixam o país. O resultado disto é que os produtos ficam cada vez mais escassos e os preços disparam. Não cabe aqui questionar se é justo ou não.

Penalizar os mais ricos simplesmente não funciona. O que ocorre é uma fuga de capitais cada vez maior para locais mais atrativos. Taxar a fortuna dos mais ricos resulta em um belo incentivo para o investimento fora do país. Por consequência, afunda-se a economia ainda mais.

O mais irônico é que temos inúmeros exemplos do que vem acontecendo com países latino americanos.

Estamos chegando perto das eleições presidenciais.
Ainda estou pouco dividido, mas… Sei exatamente O QUE NÃO QUERO!

Um sistema justo é aquele que oferece ferramentas para que todos tenham chance de prosperar. É evidente que conseguir agarrar a oportunidade depende de fatores individuais. NUNCA SERÁ EXATAMENTE IGUAL PARA TODOS, NÃO SOMOS E NEM AGIMOS DE FORMA IGUAL

 

 

 

Ainda vale a pena investir em Bancos?

Em tempos de grandes transformações e inovações tecnológicas e com surgimento de tantas Fintechs será que ainda vale a pena investir em ações dos Bancos mais conhecidos? Estariam eles com o tempo de vida contado para acabar? Particularmente, entendo que ainda existe muita água para rolar!

É comum encontrar questionamentos contrários aos grandes Bancos. Porém, faça chuva ou faça sol, acredito que estarão sempre no topo, mantendo forte influência na economia do país. Vocês perceberão como os números por trás destes gigantes são maiores do que se imagina.

Basicamente, podemos avaliar a segurança e a saúde dos Bancos através de dois índices:

1. Índice de Basileia: é a relação entre o capital próprio e o capital de terceiros exposto ao crédito. Caso o índice do Banco seja 20%, por exemplo, para cada R$ 100,00 emprestados, o Banco dispõe de R$ 20 de capital próprio. O Banco Central exige o mínimo de 11%. Portanto, quanto maior, melhor.

2. Índice de Imobilização: determina a porcentagem do capital de terceiros que está imobilizada em bens sem liquidez imediata. Se o índice for de 30%, a cada R$100,00 em seu patrimônio, R$ 30 estarão imobilizados. Quanto maior, mais lenta será a disponibilidade do recurso. O Banco Central exige o máximo de 50%. Logo, quanto menor, melhor.

A seguir, será perceptível  que os Bancos Inter (BIDI), Banco do Brasil (BBAS) e Itaú (ITUB) apresentam os índices sob controle. É evidente que, a princípio, o índice de imobilização do Banco Inter apresenta vantagem sobre os demais em função do porte e dos ativos ou recursos disponíveis aos clientes. Mas é preciso ter cautela com a avaliação do Banco Inter, pois seu IPO (Oferta Inicial Pública) aconteceu recentemente.

Banco Inter (BIDI) – Valor de mercado: R$ 9.5B

Índice de Basileia e Imobilização

O índice Basileia foi de 21.2% em DEZ de 2015, 17.2% em DEZ de 2017 e 15.4% até agora; e com imobilização de 2.5% até agora.”

Evolução Patrimonial:

“Fonte: www.meusdividendos.com”

Banco do Brasil (BBAS) – valor de mercado: R$ 98.1B

Índice de Basileia e Imobilização:

O índice Basileia foi de 16.0% em DEZ de 2015, 19.6% em DEZ de 2017 e 18.4% até agora; e com imobilização de 14.5% até agora – vantagem sobre o Banco Inter.”

Evolução patrimonial:

“Fonte: www.meusdividendos.com”

Banco Itaú (ITUB) – valor de mercado: R$ 308.1b

Índice de Basileia e Imobilização:

O índice Basileia foi de 15.4% em DEZ de 2015, 18.8% em DEZ de 2017 e 16.6% até agora; e com imobilização de 23,8% até agora – também apresenta vantagem sobre o Banco Inter.”

Evolução patrimonial:

“Fonte: www.meusdividendos.com”

Os números apresentados impressionam, não? O Banco do Brasil tem um valor patrimonial 10x superior ao Inter. E, mesmo assim, é 3x menor que o Itaú.

Com um valor patrimonial de R$ 308B, fica fácil entender porque o Itaú é o maior Banco do país! 😉

Mas, para avaliar o lucro liquido de cada Banco, sugiro recorrer ao portal Bancodata, pois o Banco Inter, por exemplo, abriu capital há pouco tempo, tornando a análise do quadro de evolução injusta. De qualquer forma, o lucro líquido do Banco Inter em 2017 foi de R$ 48,8 milhões, enquanto Banco do Brasil e Itaú apresentaram lucro líquido de R$ 11,2 bilhões e R$ 21,8 bilhões respectivamente.

Percebam que as diferenças são grandes. Como já tenho posição em BBAS, BBSE, ITUB e ITSA, resolvi não arriscar novas posições em BIDI, mas entendo que o futuro do Banco Inter pode ser promissor – ainda assim, vale lembrar que o Banco está sendo investigado pelo MPDF em função de uma denúncia envolvendo o vazamento de dados de seus clientes (para complicar um pouco mais, o Banco sempre negou).

O meu objetivo foi demonstrar que a posição em grandes Banco tende ser muito salutar para uma boa diversificação de carteira. É claro que a decisão e a estratégia adotada é algo muito pessoal, variando de acordo com o entendimento de cada um.

Então, a resposta é SIM, claro que vale a pena! 😉