Resultado do mês de maio (2020)

Mais um mês encerra e continuamos limitados pelo COVID-19. Não há uma previsão exata para o fim do isolamento social por aqui e o índice de contaminação segue em curva exponencial crescente. Aliás, infelizmente, o que mais encontramos são achismos e muita desinformação. Falar sobre o cenário político-econômico hoje é garantia de conflito ideológico, pois o confinamento amplia as emoções e paixões exacerbadas – parece que o foco de discussão de alguns grupos é meramente político. De qualquer forma, as consequências econômicas já estão sendo sentidas e são amargas. Muitas empresas, para evitar demissões ou fechamento (por exemplo), aderiram ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda oferecido pelo governo federal – passei por isto também; não está fácil para ninguém. Sem muitas delongas, vamos aos resultados.

O desalinhamento entre o governo federal e seus ministros é tão grande que, em menos de um mês de posse (17 de abril até 15 de maio de 2020), presenciamos a saída do segundo ministro da Saúde (Nelson Teich) em plena pandemia. Estamos falando de trocas estratégicas de grande impacto em curtíssimo espaço de tempo e em um momento de grande turbulência política, social e econômica. Na minha opinião pessoal, a justificativa de que outras administrações faziam alterações mais frequentes não serve como desculpa, pois entendo que o momento é extremamente delicado, único e o governo atual sempre prometeu uma conduta diferente e oposta à tudo que víamos até então. Inúmeras alianças atuais seriam impensáveis no início.

Não vou estender este assunto, pois, conforme exposto no início, tratar sobre o cenário político-econômico hoje é garantia de conflito ideológico, pouco produtivo e não mudará a realidade dos fatos.

Quanto ao impacto econômico imediato… Apesar de alguns contratempos, o governo tem feito sua parte! 😉

Visando socorro às empresas de pequeno e médio porte, para evitar demissões em massa, o governo federal lançou um programa de reposição salarial, permitindo que empresas reduzam temporariamente (até 3 meses) a renda de seus funcionários em 25%, 50% ou 70%. Como a reposição tem um teto proporcional ao seguro desemprego, as empresas tendem aplicar reduções mais significativas para rendas menores (até dois salários, por exemplo), visto que, neste caso, a complementação do governo será quase total. Para o funcionário, quanto maior a renda, menor será a reposição e maior será a perda.

O programa de reposição salarial é uma medida emergencial e tende evitar consequências ainda mais graves no mercado de trabalho, pois, com a redução do consumo e sem este apoio financeiro, algumas empresas seriam obrigadas a demitir ou fechar as portas por incapacidade de lidar com seu quadro de funcionários. Portanto, é um benefício que atinge empregado e empregador (todos ganham). A empresa em que trabalho, por exemplo, aderiu ao programa.

Outro programa oferecido pelo governo é o Auxílio Emergencial – trata-se de suporte financeiro para trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados (infelizmente, há vários relatos de dificuldade com a liberação do recurso). Aproveitando o ensejo, segundo o portal G1, “a Caixa Econômica Federal libera nesta segunda-feira (dia 1 de junho) as transferências e saques em dinheiro da segunda parcela do Auxílio Emergencial depositada em poupanças sociais digitais“.

São medidas necessárias. Mas, não se engane, o custo deste socorro será alto e a conta será paga por todos os cidadãos.

Como de costume, confiram os principais números e acontecimentos que sacudiram o país e o mundo (do redator chefe da Modal):

Em relação ao mercado de capitais, o clima de pessimismo parece ter dado “uma trégua” (cuidado) e os principais índices mundiais vem respondendo de forma positiva. Ainda assim, fiquem atentos, o momento atual continua bastante incerto e as consequências econômicas só ficarão evidentes quando tudo isto passar e cada país analisar com calma as “contas” acumuladas em consequência da paralisação (é inevitável). No momento há muita especulação.

Para que se tenha melhor compreensão dos desafios que estão por vir, segundo relatório da Focus, “analistas do mercado estimam queda de 6,25% para o PIB brasileiro em 2020. Foi a décima sexta queda seguida do indicador,(relatório focus)“. 

Resumindo: não se permita mover por emoção!

Algumas empresas que mantenho posição em carteira apresentaram os balanços referentes ao período 1T20, como foi o caso de Ambev (QUEDA de 55,6% do lucro líquido ajustado), Fleury (QUEDA de 36,6% do lucro líquido), Petrobras (PREJUÍZO líquido de R$ 48,5 bilhões devido à baixa contábil) e Carrefour Brasil (QUEDA de 4% do lucro líquido, apesar do crescimento de 6,9% de EBITDA). Reafirmo: “o cenário é e continuará bastante desafiador por algum tempo”. Até os principais Bancos, como Banco do Brasil e Itaú (por exemplo), registraram queda no lucro líquido (vale ressaltar que não é prejuízo).

Para obter acesso ou acompanhar os balanços, recomendo o seguinte link:
https://financenews.com.br/?s=1t20

Quanto aos investimentos…

Recebi proventos de ITUB3, GRND3, BRCR11 (0,47%), FCFL11 (0,47%), PQDP11 (0,0%), KNRI11 (0,41%), RNGO11 (0,57%), RBVA11 (0,70%), GGRC11 (0,49%), MXRF11 (0,69%), KNCR11 (0,37%), HGRE11 (0,39%), VISC11 (0,28%), HFOF11 (0,76%) e HGBS11 (0,17%). Não há muita novidade. Conforme esperado, o isolamento social afetou diretamente muitos fundos. O fundo Parque Dom Pedro Shopping (PQDP11), até que se tenha maior visibilidade quanto ao impacto no fluxo de caixa, optou em não distribuir rendimentos temporariamente. Porém, não entrem em desespero, lembrem-se de que os fundos são obrigados a distribuir 95% do resultado semestralmente – tudo depende do planejamento do fundo (a distribuição mensal é praticamente uma cortesia). De maneira similar, outros fundos de shopping como VISC11 e HGBS11 também apresentaram resultados ruins. Quanto a disposição da carteira, percebam que houve um pequeno “ajuste” (não foi manual): saiu o Fundo Santander Agências (SAAG11) e entrou Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) – na realidade, o que aconteceu foi a fusão entre os dois fundos (criando um dos maiores fundos imobiliários do país), convertendo as cotas na proporção de 0.83 RBVA11 para cada SAAG11. De maneira geral, mesmo com tantas turbulências e impactos negativos, o rendimento da carteira permanece excelente, sendo reforçado com o pagamento de dividendos e JCP de ITUB3 e GRND3 (para minha surpresa, o “rendimento” mais expressivo foi da Grendene).

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações (ou cotas) de FLRY3 e KRNI11. De maneira geral, a distribuição foi bastante equilibrada. Porém, em função de tantas incertezas, tanto no mercado de capitais como na visão macroeconômica do país e por questões de segurança, considerei prudente manter parte do capital dedicado para novos aportes na caderneta de poupança (pelo baixo risco e disponibilidade imediata). Não pretendo fazer isto com frequência, minha intenção é dispor de um pequeno recurso de rápido acesso e quase nenhuma volatilidade.

Aos mais entusiastas do Banco Inter, recomendo assistir o seguinte vídeo:

Confiram a distribuição dos ativos, segundo o portal CEI (NÃO inclui o Fundo DI):

A disposição dos ativos ficou mais equilibrada porque, desde o mês passado, reforcei e priorizei as posições nos fundos imobiliários.

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Vale lembrar que o gráfico acima representa uma distribuição baseada no custo de aquisição, não no valor de mercado

Em relação aos trades

Desde o início do ano, consegui evoluir bastante o indicador APFTrend-Plus e reescrevi o Expert Advisor (EA) do zero para explorar melhor as “sinalizações” do indicador (é o que busco).

Até então, vinha priorizando tanto a codificação do indicador como do EA, sem realizar operações de trade com minicontratos na conta real. É evidente que toda a avaliação operacional vinha sendo realizada no testador de estratégias do Metatrader5. Existem muitos detalhes que podem passar desapercebidos entre os desenvolvedores e analistas – dependendo da forma como o testador é chamado, o resultado pode ser completamente diferente.

Como estou ficando satisfeito com a evolução do projeto, pretendo retomar as operações na conta real nos próximos dias e, em breve, compartilharei um vídeo com maiores detalhes sobre o assunto.

De maneira geral, apesar do momento amargo para o mercado (não se iluda com algumas semanas de otimismo), continuo bastante satisfeito com o resultado da carteira e o rendimento continua performando muito bem.

O objetivo aqui é meramente didático. Algumas estratégias (mais especulativas que comento) envolvem risco elevado, com potencial de ganho expressivo ou, em alguns casos, prejuízos imediatos. Então, estude sempre, consulte diferentes fontes de informação e tire suas próprias conclusões – a única recomendação que faço é: não façam trades na fase inicial (a tolerância aos erros será pequena)!

Estou apenas demonstrando opções de investimentos e o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento!

Convulsão política e econômica!

Desde o início do ano o país vem apresentando um cenário político-econômico bastante instável e difícil de analisar. O surgimento do vírus COVID-19 sacudiu o mundo e está levando à uma crise econômica sem precedentes. Como se não bastasse, o cenário interno do Brasil está se tornando extremamento perigoso.

Durantes as eleições de 2018, também manifestei apoio ao atual presidente, não havia outra maneira. Diante das opções apresentadas, não me arrependo. Não era o candidato de minha preferência, mas era a única opção que enxergávamos para mudar o rumo do país. A renovação política também engrandece e fortifica a democracia.

O otimismo era enorme. Estávamos conferindo uma equipe técnica de peso – parecia que as coisas seriam diferentes (existia uma luz no fim do túnel). Infelizmente, o comportamento explosivo e impulsivo do atual presidente levou a grandes mudanças em sua equipe e alianças. Após um ano de governo, a equipe já não é mais a mesma e é difícil enxergar resquícios do que vimos anteriormente.

Sendo assim, as expectativas futuras precisam ser revistas…

A situação tomou proporções inimagináveis inicialmente, com a quebra da aliança política que o governo contava no congresso, “levando” o presidente abandonar o PSL – ou seja, governando sem partido ou alianças essenciais para aprovar as propostas do governo. Não é à toa que, atualmente, o governo se viu obrigado em criar novas alianças com o centrão. Foi o que restou.

Na minha opinião pessoal, o governo Bolsonaro não soube negociar os interesses políticos e, sempre que contrariado, optou pela ruptura. Perdeu apoio entre influenciadores digitais, fritou membros e ministros do próprio governo. Em pleno momento de pandemia, o governo perdeu dois ministros de grande influência (Mandetta e Sérgio Moro) e posição estratégica. A saída de Sérgio Moro (Ministério da Justiça) poderia ser evitada, mas foi um conflito que o presidente não se importou em evitar.

Ambos estão brigando para defender quem tem razão, mas a verdade é que quem tem o poder para manter ou derrubar é o presidente. Novamente, o governo optou pela ruptura. Atenham-se aos fatos, pois frases ditas no ar não tem significado ou relevância alguma.

Aliás, dentre várias razões, uma das justificativas alegadas pelo presidente para o descontentamento com Ministro da Justiça foi a falta de resposta para o atentado sofrido durante as eleições.

Porém, vale lembrar que, em 07/2019, tanto o atual presidente quanto o MPF, aceitaram que o caso do Adélio Bispo fosse encerrado (não recorreram):
https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/07/16/mpf-e-bolsonaro-nao-recorrem-e-processo-contra-o-agressor-adelio-bispo-e-encerrado.ghtml

Logo, existem questões que estão fora do alcance da população ou grande mídia. É inútil especular possibilidades. Melhor nem tentar aprofundar o assunto, pois seriam suposições inúteis. O que quero dizer até aqui é que todo o desgaste atual vem sendo causado pelo próprio governo.

E se você acha que acabou por aqui, saiba que o Ministro Paulo Guedes também está sofrendo atrito com o governo. Infelizmente, isto coloca em grande risco a trajetória otimista do mercado de capitais que visualizava o cumprimento de uma pauta liberal. Perceberam os riscos?

Segundo a Empiricus, “O grande plano econômico em vigência, hoje, é o chamado Plano Pró-Brasil, desenvolvido pela ala militar do governo, anunciado pela Casa Civil, que sequer teve o aval do Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Para maiores detalhes sobre o que foi dito, sugiro a leitura do artigo:
https://sl.empiricus.com.br/p/pe131-bode/

Não pretendo, com isto, criar polêmica, apenas compartilhar um pouco de minha preocupação e informar. Gostei do artigo publicado pela Empiricus e considero o conteúdo relevante para o momento em que vivemos.

Tenham cautela, pois ainda existe espaço bastante relevante para piorar! Apertem os cintos, este ano promete!

Coronavírus: Recessão ou contenção?

Tenho acompanhado as discussões em redes sociais e o que a mídia tradicional vem noticiando e, na minha opinião, acho lamentável ver que boa parte das pessoas encaram o momento como uma luta política entre direita x esquerda, capitalismo x comunismo ou uma trama da esquerda brasileira para derrubar o governo. Concordo que não podemos surtar, mas subestimar o Covid-19 pode ser um erro fatal.

Quem me acompanha há mais tempo sabe que me identifico mais com a visão da “direita” e com o sistema capitalista (sempre comentei abertamente). No entanto, isto não me impede de questionar atitudes ou ações que discordo – o que também não significa que não possa errar. Para melhor esclarecer a minha visão, gostaria de avaliar alguns números mais adiante.

Atualmente, existe uma discussão forte sobre os impactos econômicos da “contenção” (tende acontecer de um jeito ou de outro). Vale lembrar que os impactos já estão sendo sentidos no mundo todo, não é uma “mera” questão interna. É óbvio que as medidas internas podem agravar a situação do país.

Sendo bem direto… Ainda é possível racionalizar a discussão porque o número de mortes no Brasil é pequeno e a doença está na fase inicial, com a curva de contaminação ainda em formação. Mais adiante vocês perceberão que os efeitos econômicos também dependerão do sucesso da contenção na fase inicial.

O Roberto Justus, por exemplo, argumentou que o mundo já sofre com outras doenças (ou fatalidades) e usou alguns números para efeito de comparação. Não sei se fez de caso pensado, mas sua comparação foi bastante “questionável” (sendo bonzinho). Ele usou uma amostragem bruta e fixa (de um ano completo) contra uma amostragem temporária (pouquíssimos meses) ainda em crescimento exponencial. No vídeo, argumentou que “12.000 mortos não era nada”. Não vou entrar no mérito da sensibilidade humana (a questão não é essa, não vejo problema), vamos concentrar nos números. Vejam que a discussão aconteceu há poucos dias e hoje o número de mortes já está em 19.753. Infelizmente, estes números ainda estão distantes de estacionar. Por esta razão, é complicado fazer comparações.

Observem a seguinte imagem:

Fonte: https://www.worldometers.info/coronavirus/

Dos 440.398 casos confirmados, 112.036 foram curados e 19.753 foram fatais – até o exato momento (25/03/2020). Dessa amostragem, que é dinâmica (por isto é preciso tomar cuidado ao fazer comparações estáticas), já sabemos que 13.425 casos são críticos. Avaliando o número total de casos confirmados frente ao número de casos críticos, é possível observar que o número de casos fatais está muito longe de estacionar.

Agora, peço que vocês observem atentamente a diferença da curva de contaminação em relação a curva de mortes.

https://www.worldometers.info/coronavirus/

Percebam que o movimento é quase o mesmo – cor azul (contaminação) e cor laranja (mortes). O que muda é a escala. Na curva de contaminação, a escala varia de 100 em 100 mil. Já na curva de mortes, a escala apresenta variação de 5 em 5 mil. Por sorte, diferença de escala é grande, mas já é suficiente para tentar mitigar futuras mortes.

Tudo bem, esta é a situação no mundo.

Vejamos agora como está a curva de mortes no Brasil:

Fonte: https://www.worldometers.info/coronavirus/country/brazil/

Estes números não são da minha cabeça, foram extraídos do portal worldometers.

Meu objetivo até aqui é mostrar que a doença não pode ser tratada como uma mera gripe, nem mesmo comparada com o H1N1. O argumento de mortes por acidente de transito ou outras doenças não minimiza em nada o tamanho do problema, pois este vírus sozinho é capaz de colocar o sistema de saúde do mundo em colapso.

Agora, vamos ao cerne da questão…

Chegamos em um ponto em que lideres mundiais precisam, necessariamente, tratar vidas como números – e não há outra forma. Mas, qual medida causará um número maior de mortes ou estrago econômico?

Alguns grupos afirmam que a recessão econômica matará muito mais no médio e longo prazo. É difícil responder essa questão, existem diferentes interpretações.

Antes de continuar, peço que assistam até o final o seguinte vídeo:

Percebam que, com a quarentena na fase inicial da contaminação, a propagação do vírus segue um ritmo menor (“controlável), dando tempo para o sistema de saúde se estruturar para futuras demandas e diminui o esforço (tempo) para combater a doença.

Entendam que o grande problema está no ritmo de propagação da doença, colapsando os sistemas de saúdefatalmente, terá implicações na economia.

Nos países onde o número de mortes tomou proporções alarmantes, colapsando o sistema de saúde, a quarentena terminou sendo a única alternativa para conseguir atender a demanda, mas agora por prazo indeterminado.

Você pode achar tudo isto questionável, mas assistimos acontecer na Itália e agora na Espanha. Aliás, os Estados Unidos estão prestes a se tornar o epicentro da doença.

Tentamos encontrar justificativas para Itália (localização, clima e número de idosos, por exemplo) ultrapassar a China em número de mortes. Pois é, agora a Espanha também ultrapassou a China (com 738 mortes nas últimas 24 horas):
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/03/25/espanha-supera-o-numero-de-mortes-da-china-por-causa-do-coronavirus.ghtml

No Brasil, a primeira justificativa para minimizar o impacto da doença foi o nosso clima. E, em curto espaço de tempo, já estamos com 2.274 casos confirmados (e estamos em quarentena).

Fonte: https://www.worldometers.info/coronavirus/country/brazil/

Não há mais como fugir da crise global. É evidente que a questão econômica é MUITO preocupante!

Mas, se a quarentena hoje demonstra um preço alto, é provável que seja ainda maior caso o sistema de saúde colapse e uma contenção ainda mais severa seja imposta (falta de alternativa) por prazo maior ou indeterminado.

Este é um grande impasse que o mundo não estava preparado para lidar.

Minha intenção aqui não é criar histeria, desejo apenas que cada um entenda a gravidade real do momento e faça a sua parte com tranquilidade. O melhor momento para agir é na fase inicial. O tempo tende ser o nosso maior inimigo. Se você puder ficar em casa, fique!

Coronavírus: Agora é tempo de união!

A situação atual é bastante delicada em diferentes sentidos; não é apenas uma questão econômica. Precisamos nos unir para que as consequências não sejam ainda piores. A vida é uma só!

O alerta é importante para conscientizar a população. E não subestime a doença caso não faça parte do grupo de risco – você pode descobrir, da pior maneira, que seu sistema imunológico não é tão forte quanto imaginava.

Mas, também quero deixar uma mensagem de alento e reflexão:

Se cada um fizer sua parte, sairemos vitoriosos mais cedo…
Desejo a todos um excelente final de semana!

Coronavírus: A histeria no Mercado de Capitais!

Em momentos de grandes incertezas (risco elevado), investidores no mundo todo tendem rever suas posições de maior risco e buscam proteção em ativos mais seguros.

Este movimento costuma gerar histeria entre os pequenos investidores, mas pode ser bastante oportuno! 😉

Confiram a minha opinião sobre o assunto:

Sim, considero que o mercado abriu uma excelente janela de oportunidade.

Em momento de histeria, o mercado oferece oportunidades raras, permitindo a compra de ações de Blue Chips (ações de primeira linha) à preços desproporcionais. Não se trata de quedas corriqueiras.

Porém, é preciso ter cautela…

Até o presente momento, a Bolsa Brasileira está seguindo o movimento das principais Bolsas no mundo. Entretanto, a propagação do vírus, no Brasil, está começando chamar a atenção, tornando difícil mensurar o impacto interno nas próximas semanas (refletirá diretamente na B3) – dependerá da nossa capacidade em controlar o avanço da doença.

Para acompanhar o índice futuro das principais Bolsas no mundo:
https://www.investing.com/indices/indices-futures

Eu acredito/espero que esta ‘crise’ encerre até o meio do ano. De qualquer forma, não é apenas uma questão financeira. Vidas estão em jogo e espero que o impacto interno seja o menor possível – precisamos zelar por nossas crianças e idosos.”