Resultado do mês de dezembro (2019)

Mais um ano se encerra, abrindo espaço para novas expectativas, projetos e realizações; deixando para trás angustias ou frustrações que por ventura tenham surgido. Apesar do barulho exagerado no cenário político-econômico, acredito que 2019 foi um ano positivo para o país. Agora, no quesito pessoal, passei por todo tipo de situação, mas não posso reclamar de nada. Sem muitas delongas vamos aos resultados.

Em relação ao governo, não há muita novidade.

Sinceramente, no balanço final, considero que o governo se saiu bem. Particularmente, em nossa fanpage, fiz críticas que julguei válidas (e mantenho), mas é uma questão de opinião (“algumas nem tanto”).

Para a economia, o clima de otimismo prevaleceu. A Bolsa de Valores quebrou recordes históricos e o índice de inflação também recuou MUITO, resultando em uma queda vertiginosa na taxa de juros.

Vale ressaltar que os preços para o consumidor final não recuaram porque a inflação não foi negativa! 😉

Como de costume, confiram os principais números e acontecimentos que sacudiram o país e o mundo (“Adeus ano velho” do redator chefe da Modal):

O ano de 2019 foi bastante positivo para diferentes mercados.

Desta vez, os entusiastas do mercado de criptomoedas podem comemorar a recuperação do BTC (bitcoin) que, em 2018, havia encerrado na casa de R$ 15.300 (muito abaixo da máxima de R$ 70.000). Se comparado com o ano passado, a valorização foi de aproximadamente R$ 13.901 (fechou na casa de R$ 29.201) – coloquei como aproximadamente porque a volatilidade do BTC, em curto espaço de tempo, é muito alta.

Fonte: Mercadobitcoin

É claro que nem tudo são flores. O facebook, por exemplo, vem se esforçando para impulsionar sua criptomoeda Libra, mas precisa romper algumas barreiras. O ministro suíço Ueli Maurer já se manifestou publicamente afirmando que a moeda digital Libra fracassou em sua forma atual.

Alguns traders afirmam que a análise técnica sobre o BTC aponta uma possibilidade valorização de U$ 300.000. Particularmente, não acredito que aconteça (posso estar errado). A análise técnica aponta possibilidades (probabilidades), mas, no longo prazo, o mercado precisa de fatos sólidos e confiança.

Pois é, o mercado de capitais impressionou tanto quanto…

O índice Ibov surpreendeu quebrando recordes seguidos, provavelmente com uma ajudinha da queda da taxa básica de juros (agora em 4,5% ao ano). O clima de euforia na Bolsa prevalece, mas é preciso manter cautela e os pés no chão.

Encerrou em 115 mil pontos, porém atingiu a máxima de 117 mil

Vale lembrar que antes do impeachment da ex-presidente Dilma, o índice estava abaixo de 40 mil pontos. Perceberam que o índice está prestes a triplicar? Será que é um movimento realmente racional?

Não se enganem, os principais ativos estão sobrevalorizados – principalmente os FIIs (fundos imobiliários) – logo, uma correção nos preços é saudável, esperada e tende acontecer. Não vou nem entrar no mérito das discussões sobre uma possível crise mundial – faz algum tempo que traders profissionais discutem o posicionamento em ETFs de metais preciosos, como ouro e prata. Sinceramente, ainda não tenho uma opinião formada sobre o assunto. Existem muitas teses, inclusive de mais valorização (risos)!

Apesar da Empiricus falar em valorização de até 300k (Ibov), evitem posicionamentos mais expressivos neste momento (de uma só vez), pois é evidente que o nível de risco será alto – sejam cautelosos!

Confiram também a evolução do IFIX em 2019 (índice de desempenho dos Fundos Imobiliários:

Para melhor compreensão dos riscos envolvidos, convido assistir o seguinte vídeo do prof. Arthur Vieira:

Em relação aos ganhos com o Google Adsense, continuo “lutando” para melhorar os resultados.

Por incrível que pareça, não consegui remuneração suficiente no Google Adsense para liberar outro saque. No final de 2018, o desempenho vinha melhorando bem, mas a Google fez inúmeras alterações no algoritmo e regras internas para anúncios e isto me prejudicou MUITO. Como esta não é, nem de longe, minha fonte de receita principal, por enquanto não posso dedicar muito tempo ou esforço nisto. “Não é minha prioridade, no entanto pretendo rever ao longo do tempo.”

Os principais balanços foram liberados no mês passado.

Para ter acesso ou acompanhar os balanços, recomendo o seguinte link:
https://financenews.com.br/?s=3t19

Quanto aos investimentos…

Recebi proventos de ITUB3, BBAS3, ABEV3, ODPV3, BRCR11 (0,55%), FCFL11 (0,49%), PQDP11 (0,51%), KNRI11 (0,42%), RNGO11 (0,51%), SAAG11 (0,70%), GGRC11 (0,48%), MXRF11 (0,78%), KNCR11 (0,42%), HGRE11 (0,44%), VISC11 (0,46%) e HGBS11 (0,49%). Para variar, a forte valorização dos FIIs continua gerando uma “queda aparente” nos rendimentos – aliás, evitarei novos aportes em fundos com ágio próximo de 50%. Para o ano que vem, precisarei ficar atento com o fundo SAAG11, pois em 2020 a Rio Bravo apresentará uma proposta para incorporar o fundo ao RBVA11 (FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RIO BRAVO RENDA VAREJO) – não estou certo de que seja vantajoso para o pequeno investidor. Felizmente, em função do preço médio dos fundos que mantenho em carteira, o rendimento da carteira continua excelente, sendo reforçado com o pagamento de dividendos e JCP de ITUB3, BBAS3, ABEV3 e ODPV3 (o rendimento mais expressivo foi da Ambev – presentão de ano novo).

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações (ou cotas) de ITUB3, CRFB3, KNCR11 e VISC11. O maior aporte foi para VISC11 e o menor para CRFB3. De maneira geral, o aporte foi bastante equilibrado.

Confiram a distribuição dos ativos, segundo o portal CEI (NÃO inclui o Fundo DI):

A proporção em ações aumentou em decorrência da forte valorização do índice Ibov – em 115 mil pontos

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Vale lembrar que o gráfico acima representa uma distribuição baseada no custo de aquisição, não no valor de mercado

Para demonstrar mais detalhadamente a “evolução” da carteira (pela valorização), compartilharei o resultado do ganho por ativo (em relação ao preço médio):

PapelP. médioP. mercado%Setor
ABEV318.3819.164.26Consumo nâo Cíclico
BBAS319.252.97175.82Financeiro
BBSE327.7837.8436.21Financeiro
BRCR1199.42117.6918.37Financeiro e Outros
CRFB317.4523.333.53Consumo não Cíclico
EGIE340.0650.8126.82Utilidade Publica
EZTC315.5950.97226.99Consumo Cíclico
FCFL1183.8133.5459.35Financeiro e Outros
FLRY320.3930.449.11Saúde
GGRC11121.99149.922.87Financeiro e Outros
GRND36.9412.3577.97Consumo Cíclico
HGBS11200.86296.3747.55Financeiro e Outros
HGRE11137.42198.744.59Financeiro e Outros
HYPE333.2135.56.88Saúde
ITSA38.9614.157.39Financeiro
ITUB320.3932.1657.72Financeiro
KNCR11109.34104.6-4.33Financeiro e Outros
KNRI11146.27191.8431.15Financeiro e Outros
MXRF1110.0513.8737.97Financeiro e Outros
ODPV314.1717.221.41Saúde
OIBR30.820.864.91Comunicações
PETR39.3532.17243.89Petroleo, Gás e Biocombustíveis
PQDP111334.223990199.05Financeiro e Outros
RNGO1183.7410019.41Financeiro e Outros
SAAG11121.39142.2917.21Financeiro e Outros
VISC11117.12137.4517.35Financeiro e Outros
WEGE319.2335.3483.8Bens Industriais

Alterações da carteira:
– Posições abertas: VISC11 e OIBR3 (apenas para fins especulativos)
– Posições encerradas: FLMA11 e FIGS11

Decidi encerrar as posições em FLMA11 por entender que o fundo passou a negociar com um ágio irracional (efeito manada). Fiz o mesmo com o fundo FIGS11 para direcionar os próximos aportes para o fundo VISC11 (também de shoppings) que é mais diversificado e menos concentrado (por região).

Percebam também que o pior resultado (e único negativo) foi do fundo de papel KNCR11. A razão é simples. Os primeiros aportes foram feitos na corretora Rico. Naquela época, a Rico permitia aportar no fundo mesmo não sendo investidor qualificado (para quem tem mais de R$ 1 milhão em investimentos). Porém, não pude mais aportar quando transferi a custódia para a corretora Modal – na realidade, a Modal é quem estava correta.

Logo, por não poder aportar depois, o KNCR11 foi o único ativo que ficou para trás. Percebem agora a importância dos aportes regulares? Felizmente, a última AGO (Assembleia Geral Ordinária) deliberou pela liberação do fundo para todos investidores. Sendo assim, voltei aportar apenas nos últimos meses.

Conforme exposto anteriormente, os principais ativos apresentaram uma valorização MUITO expressiva. Para efeito de comparação, vejam como foi a performance no fim de 2018 – a diferença é grande.

Quanto ao meu projeto APFTrend (robô trades)…

Não há novidades em relação ao último resultado mensal. Decidi começar um novo projeto, chamado APFTrend-Plus, onde estou organizando melhor o código para futuras manutenções (melhorando a estrutura de código) e incluí suporte para mini índice.

A versão demo disponibilizada anteriormente não funcionará em 2020, porém peço que aguardem pela liberação da versão demo do APFTrend-Plus.

De maneira geral, continuo bastante satisfeito com o resultado da carteira e com a evolução do robô de trades. O ganho da capital da carteira continua superando minhas expectativas. O desempenho da carteira foi fora do padrão em 2019 (muito acima de minha expectativa). Vale lembrar que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de qualquer tendência, os papeis não se movimentam em linha reta.

O objetivo aqui é meramente didático. Algumas estratégias (mais especulativas que comento) envolvem risco elevado, com potencial de ganho expressivo ou, em alguns casos, prejuízos imediatos. Então, estude sempre, consulte diferentes fontes de informação e tire suas próprias conclusões – a única recomendação que faço é: não façam trades na fase inicial (a tolerância aos erros será pequena)!

Desejo a todos um FELIZ 2020!

Estou apenas demonstrando opções de investimentos e o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento!

O que determina a nossa renda? Qual o segredo do sucesso?

São perguntinhas que frequentemente tentam ser respondidas. E como vejo muita ilusão sendo vendida, resolvi fazer uma reflexão sobre o assunto – não quer dizer que exista UMA resposta única para estas questões (não há).

O texto da imagem acima é um fato, mas a verdade é que não existe uma cartilha para seguir…

O nosso retorno será proporcional ao que entregamos, e dependerá do nosso talento, esforço pessoal, persistência, reconhecimento (pode ser relativo) e, acredite, também dependerá de sorte!

A sua ideia pode ser boa, mas o mercado precisa “comprá-la”! 😉

Na maioria das vezes, quando priorizamos o retorno financeiro, acabamos falhando. Atualmente, é comum ver empresas afirmando que o objetivo principal é se tornar “referência” e “excelência” em sua atividade. Há um detalhe: isto não deveria ser o objetivo, pois é apenas o resultado ou a consequência de um trabalho bem realizado.

A maioria das pessoas gosta de ouvir o lado bonitinho e fantasioso, mas a realidade nem sempre acompanha.

Nos principais treinamentos motivacionais, é comum ouvir histórias de pessoas como Steve Jobs e Bill Gates. Entretanto, até nisto, há muita fantasia, pois foram pessoas à frente de seu tempo. Não consigo imaginar os dois sentados numa cadeira ouvindo o blá-blá-blá de como conquistar o sucesso, treinamentos motivacionais ou coaching. “Estes caras” sempre estiveram a frente da grande maioria. Se destacaram porque pensavam MUITO diferente. E, gostem ou não, não foram “exemplos” de pessoas (boas) para atingir seus objetivos.

Resumindo: O que quero de dizer é que não existe uma receita de bolo. O máximo que podemos fazer é procurar trabalhar com paixão e dar o melhor de si. Se o mercado comprar a ideia, será a junção das nossas qualidades/habilidades com um pouco de sorte.

Não importa se você acha que Pablo Vittar é um cantor(a) mediano(a). Particularmente, não gosto. Por alguma razão, o mercado comprou a ideia (com ajuda da mídia) e o resultado é este que vimos. Sorte a dele(a).

Resultado do mês de novembro (2019)

O mês de novembro terminou e, em breve, minhas férias também. Aproveitei para rever algumas estratégias de trade (especulação). Como de costume, presenciamos uma agitação política com pouco efeito contundente. Por aqui, o que chamou mais atenção foi a reavaliação do entendimento da prisão de segunda instância. Já no cenário externo, foi a queda do até então presidente da Bolívia Evo Morales. Não precisei lidar com imprevistos, porém as diferentes avaliações dos trades na conta real, resultaram em grandes emoções e prejuízo. Sem muitas delongas, vamos aos resultados.

Finalmente, no início do mês, a Câmara aprovou o projeto que define os procedimentos para o registro de armas e obtenção do certificado de capacidade técnica. Foi mais uma vitória para a legítima defesa – proposta defendida pelo atual governo desde o início da campanha eleitoral.

Também tivemos a notícia de que Brasil entregou para a Rússia a presidência do Brics (formado por aliados como África do Sul, Índia, China e Rússia), destacando o trabalho em inovação.

Outro acontecimento que marcou o mês foi a revisão do entendimento da prisão em segunda instância

Há poucos anos, existia praticamente um consenso, no próprio STF, de que nenhum país, minimamente sério, seria capaz de permitir que condenados em segunda instância respondessem em liberdade. Por coincidência, este entendimento foi revisto no momento em que crimes do colarinho branco estão sendo combatidos com rigor nunca visto – algo fundamental para que o pais trilhe um caminho de retidão e crescimento.

No meu entendimento, a fala de alguns ministros deixou transparecer que a preocupação é com o alcance ou possíveis “abusos” da operação Lava Jato. Particularmente, acho lamentável a possibilidade de presenciarmos freios na operação que já devolveu alguns bilhões aos cofres públicos.

Confiram o tamanho da contradição:

Vejam também o atrito entre os ministros Gilmar Mendes e Roberto Barroso no mês passado. Na minha opinião, em relação ao combate a crimes do colarinho branco, o ministro Barroso tem demonstrado bastante coerência:

Aproveitando o ensejo, o ex-presidente Lula, apesar de ser beneficiado (com a soltura), está respondendo pela acusação de vários crimes do colarinho branco. E, recentemente, no caso do sítio de Atibaia, teve sua condenação mantida e pena aumentada (para 17 anos) pelo TRF-4.

Já no cenário internacional, fomos surpreendidos positivamente com a renúncia do presidente Evo Morales, “que recebeu asilo político do México“.

Aliás, o que aconteceu é algo que reforça, cada vez mais, a ideia de que a esquerda latino-americana é realmente uma esquerda caviar (risos) – os principais aliados da Bolívia (por exemplo) seriam Venezuela e Cuba, porém quando a corda rompe ou quando desejam aproveitar o melhor que vida tem a oferecer, buscam países com ideologias e políticas econômicas completamente distintas. Ou seja: Bobo é quem acredita nestas ideologias de ‘butiquim’!

Como de costume, confiram os principais números e acontecimentos que sacudiram o país e o mundo (do redator chefe da Modal):

Conforme já esperado, mais algumas empresas divulgaram o balanço trimestral.

O Banco Itaú (ITUB3), por exemplo, divulgou lucro líquido de aproximadamente R$ 7.2 bilhões (crescimento de 10,9%). Outra empresa, do mesmo setor, que surpreendeu foi o Banco do Brasil (BBAS3), com lucro de R$ 4,5 bilhões. Fico feliz por estar posicionado em ambas.

Por outro lado, quem está apostando no turnaround de Via Varejo, conferiu um resultado desanimador, pois o grupo divulgou prejuízo de R$ 244 milhões no 3T19.

Aproveitando o assunto anterior (turnaround), o agrupamento das ações da Oi (OIBR3) está cada vez mais próximo, caso a ação permaneça sendo negociada abaixo de R$ 1 por 30 leilões consecutivos. Historicamente, o agrupamento de empresas em recuperação judicial não é um bom sinal – pode ser que freie um pouco as especulações (o que não acredito) ou dê ainda mais margem para derrubar a cotação. Conforme exposto inúmeras vezes, tenham consciência clara dos riscos.

Para obter acesso ou acompanhar os balanços, recomendo o seguinte link:
https://financenews.com.br/?s=3t19

Quanto aos investimentos…

Recebi proventos de ITUB3, BBAS3, GRND3, CRFB3, BRCR11 (0,59%), FCFL11 (0,51%), PQDP11 (0,40%), KNRI11 (0,44%), RNGO11 (0,56%), SAAG11 (0,69%), GGRC11 (0,46%), MXRF11 (0,80%), KNCR11 (0,50%), HGRE11 (0,43%), VISC11 (0,48%) e HGBS11 (0,50%). A performance da carteira continua excelente e a cotação dos FIIs se mantém crescente, justificando a “queda aparente” nos rendimentos. Não exerci o direito de subscrição que recebi do fundo MXRF11, pois tenho interesse em reforçar outras posições. De maneira geral, o rendimento da carteira permanece excelente, sendo reforçado com o pagamento de dividendos e JCP de ITUB3, BBAS3, GRND3 e CRFB3 (o rendimento mais expressivo foi da Grendene).

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações (ou cotas) de ABEV3 e KNCR11. Aproveitei que o mercado castigou as ações da Ambev, após divulgar um balanço fraco, para reforçar minha posição. O maior aporte foi para ABEV3, no entanto o valor do aporte no fundo KNCR11 não ficou muito distante. De maneira geral, a distribuição foi equilibrada.

A Infomoney disponibilizou um vídeo interessante com a visão da Rio Bravo quanto as perspectivas para o mercado imobiliário:

Decidi separar parte do capital avaliar outras técnicas de trade aumentando o ‘tamanho da mão’ (ampliando o número de contratos). É evidente que obtive lucros excelentes e, algumas vezes, prejuízos indigestos. Neste caso (com mão maior), percebi que é mais seguro e fácil explorar o mini índice. Como os testes ainda não foram conclusivos, detalharei apenas em dezembro.

Confiram a distribuição dos ativos, segundo o portal CEI (NÃO inclui o Fundo DI):

A proporção em ações aumentou em decorrência da forte valorização do índice Ibov – em 108 mil pontos

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Vale lembrar que o gráfico acima representa uma distribuição baseada no custo de aquisição, não no valor de mercado

Quanto ao meu projeto APFTrend-v2.0 (robô trades)…

O projeto está na revisão 28. Como entrei em férias neste mês, decidi aproveitar os dias para descansar e comecei uma nova versão do robô, apelidada de APFTrend-Plus – além do mini dólar, pretendo incluir o suporte para operações como mini índice. Também realizei algumas operações manuais para validar diferentes estratégias.

Continuo fazendo ajustes e revisões de código para encontrar padrões de “falso-positivo” (sinais errados) e melhorar a parametrização do EA. O resultado vem melhorando, mas ainda há bastante trabalho a ser feito.

A versão demo do robô (apenas binários) está disponível para download através do link:
http://aprendizfinanceiro.com.br/APFTrend-v2.0-demo.zip

Em relação aos trades (manual ou automatizado) ainda não consegui um resultado consistente ou confiável o suficiente. No mês, realizei operações bastante lucrativas, porém cada erro seguinte custou muito caro e, infelizmente, reverteu o lucro para prejuízo – é evidente que o risco é calculado.

De maneira geral, continuo bastante satisfeito com o resultado da carteira e, por mais estranho que possa parecer, também com a evolução do robô de trades. O ganho da capital da carteira continua superando minhas expectativas. Vale lembrar que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de qualquer tendência, os papeis não se movimentam em linha reta.

O objetivo aqui é meramente didático. Algumas estratégias (mais especulativas que comento) envolvem risco elevado, com potencial de ganho expressivo ou, em alguns casos, prejuízos imediatos. Então, estude sempre, consulte diferentes fontes de informação e tire suas próprias conclusões – a única recomendação que faço é: não façam trades na fase inicial (a tolerância aos erros será pequena)!

Estou apenas demonstrando opções de investimentos e o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento!