Resultado do mês de julho (2019)

Como o mês de julho encerrou no meio da semana, decidi apresentar o resultado mensal no primeiro final de semana de agosto. Para variar, presenciamos “pequenos” conflitos envolvendo o Governo atual – a imprensa brasileira não se cansa de procurar cabelo em ovo. Felizmente, não precisei lidar com imprevistos. Sem muitas delongas, vamos aos resultados.

Por coincidência, no mês em que o ministro Paulo Guedes anunciou o interesse em acabar com a adesão obrigatória a Conselhos de Classe, como OAB, CRM e CREA (por exemplo), surgiu um grande desentendimento entre o Presidente da República (Jair Bolsonaro) com o Presidente da OAB (Felipe Santa Cruz).

Quanto ao desentendimento, já escrevi minha opinião sobre o assunto:

Felizmente, fomos presenteados com notícias positivas…
O clima de otimismo prevalece!

Na última semana do mês, o COPOM (Comitê de Política Monetária) anunciou um corte na taxa básica de juros, reduzindo a Selic de 6.5% para 6.0% (a menor desde o início do regime de metas de inflação), deixando, ainda, entender a possibilidade de futuros cortes. Ou seja, demonstra maior controle sobre a inflação.

A redução da Selic é salutar para economia brasileira, mas nos leva buscar opções de investimentos mais sofisticados. Acredito que ampliará o interesse por Fundos Imobiliários, Debentures Incentivadas (títulos de crédito privado), Fundos Multimercados e Ações. Vale lembrar, que ideal é não girar patrimônio, apenas direcione os próximos aportes conforme o interesse.

Com intuito de aquecer a economia, o Governo Federal decidiu liberar saques, até o limite de R$ 500.00 (a partir de setembro), para contas ativas ou inativas do FGTS e PIS-Pasep. Confesso que esperava algo um pouco mais expressivo (em porcentagem, por exemplo), mas, ao mesmo tempo, sabia que seria um “grande desafio”, pois os saques comprometem alguns setores (como da construção civil) e, há pouco tempo, o Governo Temer havia permitido o saque completo de contas inativas.

Ainda, em relação ao FGTS, o Governo também propôs, para 2020, novas regras para os saques futuros, através de uma modalidade batizada como “saque-aniversário” (opcional). Pode ser uma opção interessante para quem dispor de saldo superior a R$ 20.000, podendo sacar 5% mais uma parcela adicional de R$ 2.900,00 – ou seja, um saque anual de, pelo menos, R$ 3.900.

https://noticiasconcursos.com.br/noticias-concursos/saque-do-fgts-governo-libera-dinheiro-para-trabalhadores-ativos-em-2019/

Particularmente, estou inclinado em aderir a nova modalidade de saques. Mas é preciso pensar bem, pois, ao aderir, não poderemos trocar de modalidade por dois anos (a partir da solicitação) – neste prazo, não será permitido o saque completo da conta, mesmo em caso de demissão. Por outro lado, ficaremos mais livres para trabalhar o dinheiro conforme o nosso interesse ou necessidade. É uma decisão muito pessoal, estou apenas mostrando as opções.

Já no cenário externo, após sofrer novo blecaute generalizado, a Venezuela continua chamando atenção – desta vez, inacreditavelmente, jogando a culpa em um ataque eletromagnético (é muita cara de pau… risos).

A Bolívia também chamou atenção. Segundo o portal BBC, “uma aliança entre a Rússia e a Bolívia prevê a construção de um complexo de tecnologia atômica a mais de 4 mil metros do nível do mar, na cidade de El Alto, vizinha da capital boliviana La Paz“. Na minha visão, seria mais sensato e “viável” (longo e médio prazo) investir em energia limpa, como eólica e solar – caminho que estamos tomando com a contribuição de empresas como a Engie e Weg.

Em se tratando de energia solar, recentemente, também presenciamos a entrada da Weg no varejo, ampliando um projeto de miniusinas solares em condomínios. Particularmente, acredito que estamos no caminho correto.

Como de costume, confiram os principais números e acontecimentos que sacudiram o país e o mundo (do redator chefe da Modal):

Aos entusiastas das criptomoedas, surgiu uma opção de investimento mais “segura” (autorizada pela CVM) – confesso que fiquei surpreso. O Banco BTG está disponibilizando um Fundo Multimercado, conhecido como HASHDEX DIGITAL ASSETS DISCOVERY FIC FIM, que gere ativos baseados em criptomoedas. Ainda assim, não se iluda, trata-se da modalidade mais arriscada atualmente.

No mês passado comentei sobre o lançamento de uma criptomoeda, pelo Facebook, chamada Libra. Segundo a revista Exame, “a empresa terá a missão de convencer o Congresso Americano que sua criptomoeda pode ser lançada sem prejuízos de privacidade e segurança“.

Quando pensei que o assunto (criptomoedas) encerraria, eis que surge a primeira tentativa de regulação no Brasil. Não sei como a Receita Federal “pretende fazer isto efetivamente”, mas “Investidores e corretoras que atuam com criptomoedas, como o bitcoin, passarão a ter de informar transações mensalmente à Receita Federal“. A ideia, na teoria, parece viável, mas, na prática, os brasileiros já estão enviando dinheiro para o exterior e operando em corretoras fora do alcance dos órgãos brasileiros – duvido muito que prestem conta sobre estas operações.

Segundo a Exame: Com a norma, as corretoras precisarão prestar à Receita informações de todas as transações de seus clientes, como nome dos envolvidos, valores, data e taxas. A obrigatoriedade também vale para pessoas físicas que investem neste mercado de forma independente, sem as corretoras, e cujas transações com as moedas ultrapassarem 30.000 reais em um determinado mês

Dos ativos que mantenho em carteira, foram divulgados os balanços (2T19) de Grendene (GRND3lucro líquido de R$ 118,0 milhões / 36,9% menor), Hypermarcas (HYPE3lucro líquido +21,3%), OdontoPrev (ODPV3lucro líquido +21,3%), Petrobras (PETR3lucro líquido de R$ 18,9 bilhões com a conclusão da venda da TAG, +89%) e Ambev (ABEV3 – lucro líquido de R$ 2.7 bilhões, +16%)

Para ter acesso ou acompanhar os balanços, recomendo o seguinte link:
https://financenews.com.br/?s=2t19

Como o portal acionista.com.br passou a cobrar assinatura para exibir os balanços, passaremos a trabalhar com o financenews.com.br.

Quanto aos investimentos…

Recebi proventos de PETR3, ITSA3, ITUB3, ODPV3, BRCR11 (0,398%), FCFL11 (0,510%), PQDP11 (0,476%), KNRI11 (0,480%), RNGO11 (0,686%), SAAG11 (0,725%), GGRC11 (0,476%), MXRF11 (0,613%), KNCR11 (0,533%), HGRE11 (0,461%), FLMA11 (0,425%), HGBS11 (0,776%) e FIGS11 (0,202%). Em relação ao mês passado, não há muita novidade. O desempenho da carteira continua excelente. Conforme esperado, o pior rendimento ficou com o fundo FIGS11 – além do término da RMG, seus imóveis estão passando por reforma. No encerramento do mês, o fundo KNRI11 adquiriu 12 andares do imóvel Torre IV do Condomínio São Luiz (SP) – edifício corporativo ocupado por renomadas empresas dos segmentos bancário. Aliás, falando em segmento bancário, o presidente do Banco Santander se manifestou afirmando que o fim dos caixas humanos no Brasil está próximo. Seja como for, não há razão para desespero; esta discussão não é nova. Portanto, apesar do excelente dividendo, não custa dar uma atenção especial para o fundo SAAG11. De maneira geral, o rendimento da carteira permanece excelente, sendo reforçado com o pagamento de dividendos e JCP de ITSA3, ITUB3, PETR3 e ODPV3.

Realizei ajustes na carteira com intuito de rebalancear algumas posições:

– Há algum tempo avalio o fundo VISC11 (shoppings), porém já estava exposto aos fundos PQDP11, HGBS11 e FIGS11. No resultado do mês anterior, comentei que deixaria o FIGS11 em quarentena. Pois bem, após avaliar o portfólio de cada fundo e o meu interesse em aportes mensais, decidi fechar a posição em FIGS11, abrindo outra em VISC11.

– O segundo ajuste foi em relação ao fundo FLMA11. Trata-se de um fundo monoativo, de excelente qualidade e bem localizado. Apesar de gostar do fundo, suas cotas vem sendo negociadas com um ágio quase impeditivo para reforçar posições. O meu preço médio, por exemplo, estava em R$ 2,40. Desprezar um lucro de aproximadamente R$ 1,6 por cota em um fundo com ágio tão elevado, não fazia sentido. Sendo assim, decidi fechar a posição e distribuir o dinheiro entre VISC11 e MXRF11.

Não sei se ficou claro, mas, neste caso, não se tratou de um trade!

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações (ou cotas) de ITSA3, HYPE3, RNGO11, SAAG11, KNRI11, VISC11, MXRF11 e BRCR11. É evidente que o número de operações e ativos foi maior em função do remanejamento em carteira tratado anteriormente e contou com uma ajuda do retorno financeiro da própria carteira. Os menores aportes foram destinados ao BRCR11 (uma única cota) e ITSA3, e os maiores para VISC11 e MXRF11.

Confiram a distribuição dos ativos, segundo o portal CEI (NÃO inclui o Fundo DI):

A proporção em ações aumentou em decorrência da forte valorização do índice Ibov

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Vale lembrar que o gráfico acima representa uma distribuição baseada no custo de aquisição, não no valor de mercado

Durante o mês, abri uma pequena posição no Banco Inter (BIDI3) visando o longo prazo. Porém, depois de alguns dias, diante de tantas incertezas, decidi transformar em swing trade e fechei a posição com lucro superior a R$ 1,00 por ação. Pretendo analisar o caso com mais calma futuramente.

Em relação ao remanejamento de carteira, encerrei a posição em FIGS11 com um pequeno prejuízo e FLMA11 com lucro. Assim, pude abater o prejuízo e reduzir o imposto (DARF). Para tornar minha vida mais fácil e automatizar a apuração de IR, lanço todas as operações no programa IRPFBolsa.

Quanto ao meu projeto APFTrend-v2.0 (robô trades)…

Faltando poucos dias para encerrar o mês, obtive aproximadamente R$ 150 de lucro líquido. Com isto, decidi fazer um experimento com realização parcial. Infelizmente, com um número de contratos maior (apenas 3) e trades malsucedidos, terminei com prejuízo de aproximadamente R$ 450.

Me senti em uma verdadeira montanha-russa:

Fig1: Operação com lucro
Fig2: Operação com prejuízo

Na segunda figura (Fig2) o prejuízo parece menor porque fiz modificações no algoritmo para melhorar alguns padrões de entrada e saída. Mas, observem atentamente as setas (azul/compra e vermelho/venda).

Como está em fase experimental, acabo interferindo nas operações do robô e ajustando o algoritmo ao longo da semana. Não é fácil. Para avaliar melhor a performance do robô, neste mês acompanharei as operações apenas no final da tarde.

É claro que estou trabalhando com um capital alocado a risco para não comprometer os aportes mensais (bem como a evolução da carteira)

A versão demo do robô (apenas binários) está disponível para download através do link:
http://aprendizfinanceiro.com.br/APFTrend-v2.0-demo.zip

Aos interessados em testar o robô, recomendo começar pelas simulações – o projeto ainda está em fase experimental. É importante ressaltar que operações especulativas envolvem perdas esporádicas. Não há garantias de lucro. Portanto, mantenham cautela e jamais coloquem dinheiro que não possam perder (a única garantia é que pequenas perdas acontecerão inevitavelmente)!

De maneira geral, continuo bastante satisfeito com o resultado da carteira e também com a evolução do robô de trades (apesar do resultado negativo neste mês). Ainda assim, o ganho da capital da carteira continua superando minhas expectativas – tem sido expressivo. Vale lembrar que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de qualquer tendência, os papeis não se movimentam em linha reta.

Estou apenas demonstrando o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento!

Resultado do mês de maio (2019)

Como de costume, passamos por outro mês agitado (risos), marcado por manifestações em prol e contra algumas medidas do governo. Prevalece o clima de otimismo, porém os últimos balanços econômicos indicam que a economia brasileira apresentou retração. Felizmente, o mercado vem demonstrando um forte otimismo, até pelas negociações que estão surgindo (compartilharei algumas). Sem muitas delongas, vamos aos resultados.

As manifestações sacudiram o país…

A primeira, foi um protesto dos estudantes quanto ao contingenciamento na educação – infelizmente, ficou nítida a infiltração da oposição para defender pautas de interesse próprio. Particularmente, entendo que o impacto era previsível e também considero que o governo não escolheu um bom momento ou setor para contingenciamento. Acredito que existem alternativas mais interessantes e menos polêmicas.

Ainda assim, a maior manifestação foi em apoio ao governo, defendendo pautas como a “Reforma da Previdência” e o “Pacote anticrimes” do Ministério da Justiça, por exemplo. Infelizmente, custou mais uma divisão na direita brasileira – alguns grupos estão demonstrando um extremismo preocupante. O MBL se opôs a manifestação, acreditando se tratar do movimento organizado pelo grupo Lobos Patriotas (agendado para o mesmo dia) e causou bastante reação quando se posicionou contrário ao movimento (a forma como se posicionaram causou revolta e reação). Ainda assim, particularmente, vejo que membros como Kim Kataguiri, Arthur do Val e Fernando Holiday defendem ativamente as principais pautas da manifestação. Portanto, apesar de discordar em alguns pontos, não os condeno e considero como grandes aliados.

Quem mais faria isto? Ninguém nunca havia feito algo parecido!

Além da polêmica em torno das manifestações, a decisão do STF em criminalizar a homofobia e transfobia também chamou atenção e preocupa. No meu entendimento, existe uma certa subjetividade no entendimento do “crime”, mas o que causa maior espanto é o fato do STF estar legislando (e não é a primeira vez).

Acredito que a manifestação do dia 26, ao demonstrar uma conscientização da população em relação a importância das reformas, acalmou os ânimos do mercado, levando a queda de preço do dólar e recuperação do índice Ibov. Ainda é cedo para comemorar, pois existe tensão no cenário externo.

Também não podemos negar que a economia brasileira apresentou uma pequena retração – alguns analistas afirmam que o acidente em Brumadinho influenciou no resultado. Segundo o portal Valor, “O orçamento da União para 2019 previa que o Brasil cresceria 2,5% este ano, mas hoje as projeções caminham para algo menor do que 1%. O recuo de 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre reforçou essa percepção“.

Como de costume, confiram os principais números e acontecimentos que sacudiram o país e o mundo (do redator chefe da Modal):

Não sei se a retração econômica influenciou, mas o governo está avaliando liberar recursos de contas do FGTS e PIS-Pasep (mesmo as ativas) para estimular a economia. Espero que liberem!

Vale lembrar que, para quem for MEI, encerrou o prazo para a entrega da declaração DASM (sem multa). Solicitei o CNPJ como MEI no ano passado, no entanto outros projetos tomaram meu tempo e não tive faturamento algum. “Mesmo assim, isto não nos isenta da declaração – acessei o portal do empreendedor e declarei com todos os valores zerados.

Novamente, nas últimas semanas do mês, muitas empresas divulgaram seu balanço e alguns fatos relevantes pertinentes…

A Engie Brasil Energia (EGIE3), por exemplo, anunciou a entrada no segmento de gás natural brasileiro ao adquirir participação na Transportadora Associada de Gás S.A. (TAG). Aliás, o desempenho da Engie permanece excelente.

Mas, nem tudo são flores… Adivinhem quem está tentando vender a participação da TAG para Engie? Ninguém menos que a Petrobras. Por ser uma estatal, o STF simplesmente suspendeu a negociação, alegando a necessidade de um processo de licitação. Então, não é à toa que defendemos as privatizações!

Dos ativos que mantenho em carteira, foram divulgados os balanços de Ambev (ABEV3 – lucro líquido +6,2%), BB Seguros (BBSE3 – lucro líquido +11,7%), Eztec (EZTC3 – lucro líquido +11,8%), Carrefour BR (CRFB3 – lucro líquido +28,8%), Engie (EGIE3 – lucro líquido +15,6%), Itaúsa (ITSA3 – lucro líquido +3,6%), Petrobras (PETR3 – lucro líquido -42%) e OdontoPrev (ODPV3 – lucro líquido +18,9%).

A avaliação da Petrobras ainda pede cautela. O lucro líquido apurado pela Petrobras foi de -42% no ano (sim, foi negativo), porém comparado com o último trimestre, houve um ganho de +92%

Para ter acesso ou acompanhar os balanços, recomendo o seguinte link:
https://www.acionista.com.br/agenda/resultados-das-cias.html

No mês passado comentei sobre o interesse da Magazine Luíza (MGLU3) pela Netshoes. Para o meu espanto, a Centauro também entrou na briga, elevando a oferta para cerca de U$ 108 milhões. Ambas as empresas estão apostando alto na capacidade de reestruturação.

Pois é, mas a Magazine Luíza não parou por aí. Além da negociação com a Netshoes, está fechando acordo para venda de eletro no Carrefour. Infelizmente não sou sócio da MGLU3 (perdi uma excelente oportunidade). De qualquer forma, entendo que o negocio pode oferecer bons frutos ao grupo Carrefour (CRFB3) – tenho uma pequena exposição em CRFB3.

Outra empresa que abri posição “recentemente” e vem surpreendendo é a Weg (WEGE3). A empresa lançou um novo modelo de turbina de energia eólica, com potência de 4 MW. Decidi aportar na Weg por se destacar no mercado de motores elétricos, que considero muito promissor. E para minha surpresa (ainda mais agradável), a empresa começou uma parceria com a Embraer para construção de aeronaves com motor elétrico.

Quando parecia não haver mais espaço para novas negociações no mês, eis que o grupo Fleury (FLRY3) conclui a aquisição da dona da Lafe (laboratório de análises clínicas) por U$ 170 milhões. Aliás, não podemos esquecer também da proposta de fusão entre Fiat e Renault.

Faz algum tempo que não vejo o mercado tão otimista e promissor! 😉

Quanto aos investimentos…

Recebi proventos de BBAS3, FLRY3, GRND3, ITUB3, ODPV3, PETR3, BRCR11 (0,672%), FCFL11 (0,535%), PQDP11 (0,396%), KNRI11 (0,486%), RNGO11 (0,576%), SAAG11 (0,740%), GGRC11 (0,508%), MXRF11 (0,619%), KNCR11 (0,573%), HGRE11 (0,471%), FLMA11 (0,393%), HGBS11 (0,548%) e FIGS11 (0,790%). O desempenho dos FIIs permanece bastante estável e satisfatório. O pior rendimento foi do fundo FLMA11 – acredito que seja em função da forte valorização no mês (R$ 3,6 por cota). O rendimento do fundo PQDP11 também decepcionou um pouco, mas os fundamentos permanecem positivos e tem oferecido um ganho de capital expressivo – este foi um dos motivos que me levou realizar um pequeno ajuste na carteira em jul de 2018. De maneira geral, o rendimento da carteira permanece excelente, sendo *reforçado* com o pagamento de dividendos e JCP de BBAS3, FLRY3, GRND3, ITUB3, ODPV3 e PETR3 (desta vez, superou o rendimento dos FIIs).

Confiram qual foi remanejamento realizado em jul de 2018:

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações (ou cotas) de FLRY3, EGIE3, SAAG11, BRCR11 e KNRI11. O maior aporte foi para FLRY3 e o menor para KNRI11. Fora o aporte no fundo KNRI11, a distribuição foi bastante equilibrada. Felizmente, contei com uma capacidade de aporte maior.

Confiram a distribuição dos ativos, segundo o portal CEI (NÃO inclui o Fundo DI):

A proporção em ações aumentou em decorrência da forte valorização do índice Ibov

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Vale lembrar que o gráfico acima representa uma distribuição baseada no custo de aquisição, não no valor de mercado

Conforme venho compartilhando, minha atuação principal é como holder. No entanto, tenho avaliado a possibilidade de especular o mercado futuro através de trades com mini contratos de dólar. Meu objetivo, caso bem sucedido, é aumentar minha capacidade de aporte.

O resultado dos trades com o robô no MT5 foi positivo, porém insignificante. Como estou encerrando os ajustes na programação do robô, acabei perdendo algumas oportunidades interessantes e finalizei o mês com um ganho de apenas R$ 115,00. Não seria tão ruim caso não gerasse uma despesa de R$ 110 (risos). Ou seja, fechei com lucro líquido de apenas R$ 5 (risos). Nunca achei que seria fácil, tenho consciência. Mas, apesar do fraco resultado, fiquei muito satisfeito com a otimização que consegui realizar ao longo do mês.

De maneira geral, continuo bastante satisfeito com o resultado da carteira e com a evolução do robô de trades. Vale lembrar que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de qualquer tendência, os papeis não se movimentam em linha reta.

Estou apenas demonstrando o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento!

Resultado do mês de abril (2019)

Mais um mês que encerra e, se analisarmos friamente, não há muita novidade no cenário político-econômico, onde a imprensa tradicional continua “procurando cabelo em ovo” (como de costume). Desta vez, serei breve em relação aos acontecimentos políticos e focarei nos acontecimentos econômicos. Desta vez, precisei lidar com pequenos imprevistos, mas nada que afetasse minha tranquilidade. Sem muitas delongas vamos aos resultados.

No cenário interno, por incrível que pareça, a má conduta do filho do presidente Bolsonaro, nas redes sociais, tem depreciado a imagem de ambos e também expõe claramente a “rivalidade” entre Olavistas e simpatizantes dos militares. Seja como for, não acho saudável endeusar alguém. Como comentei sobre o assunto em minha fanpage, não pretendo prolongar o assunto aqui.

A reforma da previdência é o assunto que mais chama atenção internamente e vem sofrendo bastante “resistência” da oposição – particularmente, ao contrário do que alguns grupos fazem parecer, entendo que o maior obstáculo está justamente nas camadas mais privilegiadas que não querem perder seus benefícios. Infelizmente, existe um trabalho de desinformação muito forte e não acredito que os conflitos sejam em defesa dos mais pobres (que, como sempre, servem de escudo).

Por outro lado, no cenário externo, quem vem chamando a atenção é a Venezuela. Na última semana do mês, o conflito na Venezuela se intensificou, ficando à beira de uma guerra civil. O grupo aliado ao Governo Maduro grita por “democracia” (parece piada), mas se cala quando carros blindados avançam sobre os manifestantes (literalmente). Não é preciso dizer que esta crise amplia o conflito entre países como Estados Unidos e Rússia.

Como de costume, confiram os principais números e acontecimentos que sacudiram o país e o mundo (do redator chefe da Modal):

Neste mês, precisei lidar com um pequeno “imprevisto financeiro” (escrevi entre parênteses porque tive liberdade de escolha). Já estou com o mesmo computador por mais de 9 anos e, depois de perder um HD de 1 Tb, resolvi comprar outro desktop. Sendo assim, precisei me programar para fazer isto e minha capacidade de aporte foi menor.

O prazo para entrega da declaração de IR encerrou no último dia do mês. Precisei de aproximadamente duas semanas para preencher e revisar antes de transmitir – uma carteira diversificada torna o processo mais trabalhoso, porém mais seguro. Já verifiquei minha situação através do app Pessoa Física da Receita Federal – após dois dias, constava em fila de restituição (na opção “Consulta Restituição“).

Nas últimas semanas do mês, muitas empresas divulgaram seu balanço e alguns fatos relevantes pertinentes…

A Grendene (GRND3), por exemplo, divulgou um resultado negativo no 1T19, com queda de 51% no lucro líquido e queda em todas as margens – evidentemente, a cotação foi castigada logo em seguida. Não é motivo para alarde, mas é preciso ficar atento com os próximos balanços. De qualquer forma, reparem que, na avaliação anual, o desempenho da empresa continua excelente.

Fonte: https://www.oceans14.com.br/acoes/grendene/grnd3/balanco-dividendo

O Grupo Fleury (FLRY3) apresentou um resultado positivo, porém abaixo da expectativa do mercado. Ou seja, o lucro líquido cresceu apenas 0,5% (baixo) e apresentou ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) de 42,1%. Com o resultado abaixo da expectativa, era esperada uma queda expressiva na cotação. Por ter aberto posição recentemente, pretendo aproveitar o momento para reforçar os próximos aportes (acredito se tratar de um mercado promissor).

Dos ativos que mantenho em carteira, também foram divulgados os balanços de Hypera (HYPE3, lucro líquido +9,5% e ROIC de 19,3%), Banco Itaú (ITUB3, lucro líquido +6,2%), Odontoprev (ODPV3, lucro líquido +19% e ROIC de 22,3%) e Weg (WEGE3, lucro líquido +7,7% e ROIC de 18%). Vale destacar que o lucro líquido recorrente do Banco Itaú foi de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre.

Para ter acesso ou acompanhar os balanços, recomendo o seguinte link:
https://www.acionista.com.br/agenda/resultados-das-cias.html

A Itaúsa divulgou fato relevante sobre o Direito de Retirada da Companhia após a incorporação de ações da Itautec S.A.. Confesso que, de imediato, não compreendi muito bem do que se tratava. Após buscar maiores informações, percebi que se trata de um evento que permite ao pequeno investidor (detentor de ações ordinárias ITEC3), caso não concorde com a incorporação, o Direito de Retirada no valor de R$ 6,52 por ação. Porém, levando em consideração que as ações de ITSA3 estão cotadas acima de R$ 13, não faz sentido o investidor exercer o direito.

Uma negociação que chamou bastante atenção foi a aquisição da Netshoes pela Magazine Luíza (MGLU3), no valor de U$ 62 milhões. Pois é, a Magazine Luíza não para de impressionar. Lamento não ter em carteira, mas é tarde para lamentações (risos).

O Banco do Brasil também chamou bastante atenção no mês:

– A primeira polêmica surgiu com a informação de que o presidente vetou uma propaganda do Banco destinada ao público jovem, com a suposta demissão do presidente de Marketing. Vale lembrar que o custo da propaganda foi de aproximadamente R$ 17 milhões (não, não é um filme). Obviamente, a CVM cobrou informações quanto a demissão do diretor e o Banco se pronunciou alegando que o diretor de Marketing foi apenas autorizado ausentar-se, por motivos pessoais, até 09/05/19. Resumindo: “não foi demitido“.

– Outra notícia que quase gerou desconforto no mercado financeiro foi o “pedido de redução da taxa de juros” feito pelo presidente Bolsonaro, no evento Agrishow 2019, ao Banco do Brasil. As mídias divulgaram a fala fora de contexto e as ações da estatal apresentaram uma volatilidade temporária (até a confirmação do contexto real).

Confiram o contexto real da fala do presidente (adiantem em 7 minutos):

Passamos por um mês relativamente agitado

Quanto aos investimentos…

Meu poder de aporte foi menor em função da troca de desktop que decidi fazer (é minha ferramenta de trabalho). Infelizmente, o meu “querido” robô de trade ainda não colaborou, excluindo R$ 200 da reserva para aportes.

Recebi proventos de ITSA3, ITUB3, BRCR11 (0,429%), FCFL11 (0,554%), PQDP11 (0,463%), KNRI11 (0,485%), RNGO11 (0,565%), SAAG11 (0,729%), GGRC11 (0,386%), MXRF11 (0,603%), KNCR11 (0,495%), HGRE11 (0,487%), FLMA11 (0,497%), HGBS11 (0,552%) e FIGS11 (1,244%). Este mês não impressionou tanto como os anteriores (algo esperado), mas o resultado da carteira continua excelente. Em relação aos FIIs, o pior rendimento foi do fundo GGRC11 – as razões não ficaram muito claras (como o fato de estar como muito dinheiro em caixa), dado uma queda tão expressiva. No mês passado, o fundo BRCR11 distribuiu um rendimento de 9,95% em função da conclusão da negociação com a Brookfield, portanto é evidente que não se trata de um rendimento recorrente e também vale lembrar que ainda resta R$ 4,00 para distribuir ao longo do ano (não sabemos como será feito). Outra novidade foi a eleição da Hedge como nova gestora e administradora do fundo FIGS11 – aliás, o fim da RMG traz algumas expectativas sobre a cotação atual. De maneira geral, o rendimento da carteira permanece excelente, sendo reforçado com o pagamento de dividendos e JCP de ITUB3 e ITSA3 (pouco expressivo).

Para conhecer um pouco mais a Engie (EGIE3), segue uma análise completa do Canal do Holder:

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações (ou cotas) de ODPV3, EGIE3, ITUB3 e MXRF11. O maior aporte foi para EGIE3 e o menor para MXRF11.

Confiram a distribuição dos ativos, segundo o portal CEI (NÃO inclui o Fundo DI):

A proporção em ações aumentou em decorrência da forte valorização do índice Ibov

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Vale lembrar que o gráfico acima representa uma distribuição baseada no custo de aquisição, não no valor de mercado

Apesar do resultado menos expressivo, a performance da carteira continua excelente. Minha capacidade de aporte foi a menor no ano porque troquei de computador – depois de 9 anos, já era hora de atualizar. Ainda assim, me programei para manter os aportes mensais em dia e um pequeno recurso para a avaliação do robô de trade.

Para conhecer um pouco mais sobre o processo de codificação do robô, não deixem de acessar o nosso canal do Youtube – infelizmente, o robô encerrou o mês com prejuízo de aproximadamente R$ 300

De maneira geral, continuo bastante satisfeito. Vale lembrar que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de qualquer tendência, os papeis não se movimentam em linha reta.

Estou apenas demonstrando o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento.

Resultado do mês de março (2019)

Apesar das “pequenas turbulências” no cenário político-econômico (em torno da proposta para a reforma da previdência), o resultado do mês foi excelente – provavelmente o melhor do ano (contamos com rendimentos “generosos”). Pela primeira vez conferimos o índice IBov romper os 100.000 pts. O clima de tensão atual fez com que o índice recuasse, mas existe a influência do ímpeto de realização de lucros também. Sem muitas delongas, vamos aos resultados.

Estamos entrando no último mês para a entrega para declaração anual do Imposto de Renda (IRPF), terei bastante trabalho para os próximos dias. Sendo assim, desta vez, serei mais direto. Para quem investe em renda variável, recomendo a contratação de alguma calculadora de IR, como o IRPFBolsa – lhe asseguro, quanto mais adiar, maior será seu arrependimento no futuro (é muito trabalhoso, risos).


Apesar de pequenas turbulências, o otimismo no mercado de capitais prevalece. Se avaliarmos o período de 6 meses, estamos com uma vantagem de 16.790,90 pts.

Fonte: Google

Um “pequeno atrito” entre o Presidente da Câmara e representantes do atual governo geraram incertezas momentâneas para o mercado. Seja como for, acredito que um movimento corretivo era esperado.

Como de costume, confiram os principais números e acontecimentos que sacudiram o país e o mundo (do redator chefe da Modal):

Para quem tem interesse em aperfeiçoar o conhecimento sobre o mercado financeiro, surgiu uma oportunidade bastante interessante: a BTG Pactual abriu inscrições (até 7 de abril) para um curso de graduação – será ministrado pelos sócios do Banco.

Para ter acesso ou acompanhar os balanços, recomendo o seguinte link:
https://www.acionista.com.br/agenda/resultados-das-cias.html

Quanto aos investimentos…

Recebi proventos de BBAS3, EGIE3, ITSA3, ITUB3, WEGE3, BRCR11 (9,95%), FCFL11 (0,555%), PQDP11 (0,495%), KNRI11 (0,484%), RNGO11 (0,585%), SAAG11 (0,740%), GGRC11 (0,634%), MXRF11 (0,629%), KNCR11 (0,515%), HGRE11 (0,493%), FLMA11 (0,374%), HGBS11 (0,560%) e FIGS11 (1,358%). O mês foi simplesmente impressionante (risos). Finalizada a negociação com a Brookfield, o fundo BRCR11 distribuiu o rendimento de 9,95% (R$ 10,57 por cota) – portanto, não foi um evento recorrente, mas a previsão é que o fundo apresente uma performance melhor no ano (até pela diminuição da vacância). De maneira geral, o rendimento da carteira permanece excelente, sendo reforçado (e que reforço) com o pagamento de dividendos e JCP de BBAS3, EGIE, ITSA3, ITUB3 e WEGE3.

O rendimento da carteira quebrou qualquer expectativa para o ano. É óbvio que foi um resultado atípico e acho pouco provável que os próximos meses superem. E agora… Entendem porque a atuação como holder é praticamente obrigatória.

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações (ou cotas) de BBAS3, ITSA3, ITUB3, WEGE3, FLRY3, BBSE3, HYPE3, EGIE3, ODPV3, BRCR11 e KNRI11. Os menores aportes foi para ODPV3, BBAS3 e BRCR11, e os maiores para ITUB3, WEGE3 e KNRI11 (de maneira geral, foram bem equilibrados). Como o rendimento foi bastante expressivo, decidi “distribuir melhor” os aportes.

Confiram a distribuição dos ativos, segundo o portal CEI (NÃO inclui o Fundo DI):

A proporção em ações continua bastante expressiva em decorrência da forte valorização do índice Ibov

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Vale lembrar que o gráfico acima representa uma distribuição baseada no custo de aquisição, não no valor de mercado

O resultado mensal foi MUITO surpreendente. Fiquei extremamente satisfeito, pois minha capacidade de aporte foi maior. É preciso saber aproveitar bem estes momentos, pois não são frequentes.

O robô de trade abriu o mês com vários gains, mas, infelizmente, finalizou com prejuízo de R$20. Já estou na 22 revisão do código e o índice de acerto está melhorando bastante – ainda não coloquei em produção a última revisão.

De maneira geral, estou bastante satisfeito. Vale lembrar que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de qualquer tendência, os papeis não se movimentam em linha reta.

Estou apenas demonstrando o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento.

Canal do Holder: Top 5 ações

Algumas pessoas custam acreditar, mas você não precisa ser rico para investir na Bolsa de valores

Você precisa apenas estudar, separar algum valor (seja qual for) e investir o mais cedo possível e regularmente.

Ao contrário do que muitos acreditam, o investimento gradativo na Bolsa é que lhe permite conquistar a independência financeira mais cedo!