Itaú cresce e tem lucro bilionário

Uma excelente notícia para os sócios do Banco Itaú!

Segundo a ADVFN, “O Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente de R$ 6,17 bilhões no primeiro trimestre de 2017, crescimento de 19,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o relatório do banco, as reduções de despesas não decorrentes de juros em 7,8%, impairment (baixa contábil) em 64,5% e despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa em 7,4%, principalmente no segmento de varejo, contribuíram para o crescimento do lucro“.

Ironicamente, apesar do resultado impressionante, as ações do banco negociaram, hoje (03/05), em queda de 1,25%. Aproveitei para reforçar minha posição.

Confiram, na íntegra, o artigo disponível no site Valor Econômico:
http://www.valor.com.br/financas/4955586/itau-fecha-trimestre-com-lucro-acima-de-r-6-bilhoes

Resultado do mês de Março (2017)

O mês de março apresentou “pequenas” turbulências no cenário político e econômico. Felizmente, a economia está começando a apresentar sinais de recuperação, gerando “expectativa positiva”. No entanto, o índice de desemprego continua assustando e as reformas propostas pelo governo Temer estão encontrando bastante resistência (é natural e esperado), refletindo negativamente sobre sua popularidade. Para complicar um pouco mais, a operação Carne Fraca (da Polícia Federal) foi exposta de uma maneira um tanto questionável, gerando desconfiança e consequências danosas para a economia brasileira. Tudo isto colaborou com a grande volatilidade conferida nas últimas semanas. Ainda assim, não precisei lidar com imprevistos, o resultado do mês foi bastante satisfatório e realizei pequenos ajustes na carteira de renda variável.

Em relação a operação Carne Fraca, a forma como o assunto foi exposto causou bastante estresse e distorções. É complicado. Em curto espaço de tempo, já havia um entendimento, difundido rapidamente nas redes sociais, do uso de papelão na produção de embutidos – conforme o link ao lado, percebe-se que o assunto é questionável. É preciso ter cautela, pois este tipo de notícia difunde rapidamente. Em nossa fanpage, por exemplo, foi compartilhada apenas a notícia da prisão de alguns executivos. O assunto já estava circulando e, mesmo assim, em apenas dois dias, obtivemos um alcance de 1011 pessoas, com 16 compartilhamentos. Raramente consigo um alcance deste sem pagar pelo anúncio. Infelizmente, o reflexo na economia brasileira foi imediato, resultando no embargo de importações de carne brasileira. Por sorte, alguns países estão revendo suas posições e voltando atrás na decisão.

Para um país em processo de recuperação econômica, uma “brincadeira” como esta custa caro e apresenta efeito danoso em cascata. Vários frigoríficos, por exemplo, anunciaram demissão de funcionários. Infelizmente, há quatro dias, a Globo noticiou uma demissão em massa no frigorífico Peccin.

Não é de espantar que a bolsa de valores tenha reagido com certa volatilidade!

Neste mês, resolvi rever algumas posições da carteira de renda variável. Conforme exposto em outras oportunidades, minha atuação principal é como holder. Ainda assim, esporadicamente, realizo pequenas operações visando position trade. Até então, da carteira Empiricus MicroCaps (não renovei a assinatura), eu mantinha apenas CARD3 e AGRO3. Porém, nas últimas semanas, o desempenho de CARD3 foi explosivo e pouco racional. O movimento de euforia não foi pautado em fundamentos concretos. Após conferir uma valorização de aproximadamente 219% (meu preço médio estava em torno de R$3,51). resolvi encerrar a posição e reinvestir em outros ativos.

Encerrei a posição em CARD3 e, pouco tempo depois, iniciei outra menor em FIGS11 (FII GEN SHOP):
http://www.fundsexplorer.com.br/funds/figs11

Mas, é preciso ter cautela. A escolha do fundo se deu por diferentes razões. Tenho consciência que o risco é moderado, pois o rendimento atual, na faixa de 1,20% ao mês, é baseado em uma RMG (Renda Mínima Garantida) prevista até Abril/2019. Vale lembrar que, sem esta garantia, a previsão do rendimento atual ficaria em torno de 0,29%. Alguns cotistas também estão incomodados com a administração do fundo porque houve uma tentativa de venda dos direitos de uso dos estacionamentos dos shoppings, entendendo que serviria como manobra para derrubar a RMG. Particularmente, acredito que, com um bom manejo de risco, é possível colher bons resultados. Ficarei atento.

Quanto aos investimentos…

Recebi proventos de ITUB3, ITSA3, BBAS3, BBSE3, BRCR11 (0,715%), FCFL11B (0,547%), PQDP11 (0,430%), KNRI11 (0,617%), RNGO11 (0,619%), SAAG11 (0,683%), TRXL11 (0,392%), FVBI11B (0,431%), XPGA11 (0,905%), KNCR11 (0,789%), EDGA11B (0,281%) e HGRE11 (0,707%). O rendimento dos FIIs deixou a desejar. Bastante fraco. O pior resultado foi do fundo EDGA11B – já está em quarentena, veremos como se comporta até o final do ano. Mas, para minha surpresa, o rendimento da carteira foi excelente, pois fui presenteado com o pagamento de dividendos e JCP de ITUB3, ITSA3, BBAS3 e BBSE3. Também recebi o direito de subscrição de ITSA3 (pouco expressivo), mas negociei o ativo.

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações ou cotas de ITSA3, ITUB3, BBAS3, BBSE3, BRCR11, SAAG11, RNGO11, HGRE11 e FIGS11. Neste mês, a distribuição dos aportes foi bastante equilibrada (lembrando que também contei com o lucro da venda de CARD3). No final do mês, optei por um pequeno aporte no fundo DI também.

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Apesar das pequenas turbulências, os principais ativos ofereceram um desempenho bastante satisfatório. Continuo com um excelente resultado, acima de minha expectativa. Vale ressaltar que é importante ter consciência que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de uma tendência de alta, os papeis não se movimentam em linha reta.

Estou apenas demonstrando o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento.

Subscrição de ações: O que é e como proceder

Há poucos dias, comentei em nossa fanpage sobre a possibilidade de subscrição de ITAUSA. Antes de expor a minha escolha, é importante compreender o que é subscrição de ações, vantagens, custos operacionais e tributação.

Começaremos entendendo o que é subscrição e como exercer ou negociar o seu direito:

Resumindo: de acordo com o vídeo e descrição da própria BMFBovespa, “é o direito de preferência do acionista para adquirir novas ações ou ativos conversíveis em ações de uma companhia em decorrência da proporção das ações que possui quando há aumento de capital desta. Este ativo pode ser negociado no mercado secundário e tem um período de validade que, quando atingido, implica na extinção dos Direitos“.

Como mantenho uma pequena posição em ações ordinárias de Itaú SA (ITSA3), ganhei o direito de subscrição com o recebimento de ativos ITSA1 em 24/02/2017. Atualmente, com as ações ordinárias sendo negociadas acima de “R$ 9“, o direito de subscrição torna-se bastante interessante, pois confere ao acionista o direito (ou preferência) de aquirir novas ações por “R$ 6,10“. Infelizmente, no meu caso, como a posição é pequena, exercer o direito de subscrição terá pouca representação sobre minha carteira. E também tenho outros interesses. Por esta razão, optei pela venda dos ativos que recebi. Vale lembrar que o prazo de negociação encerra no dia 24 deste mês (24/03/2017).

Para quem ainda está indeciso, sugiro a leitura do seguinte artigo:
http://50segundos.com/subscricao-de-itausa-itsa-vale-a-pena-ou-nao/

“Para exercer o direito de subscrição, é preciso que o investidor manifeste o interesse a sua corretora e disponha do saldo correspondente no dia do exercício. Caso contrário, considere a possibilidade de negociar o ativo”.

Ao vender o direito de subscrição, não há isenção de imposto de renda e cabe ao investidor gerar e pagar o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) referente ao lucro da operação (alíquota de 15% sobre o lucro) – no caso da subscrição, a alíquota de 15% é sobre o valor total da venda, visto que o investidor recebeu os ativos sem custo algum. É evidente que, conforme exposto no vídeo, a negociação só faz sentido se o lucro for superior ao custo da operação.

“Mas atenção, é possível abater o valor a ser pago de prejuízos anteriores. Vale ressaltar que, o valor informado no DARF deve corresponder a multiplicação do ganho (com a venda) por 0,15 (15%). Porém, pagamentos inferiores a R$ 10 são vedados (não permitidos) e, conforme a Lei 9430/96, ficam acumulados até que o mínimo seja alcançado e não requer informação a Receita”.

De acordo com o site Valor, o preenchimento deve ser feito da seguinte maneira: “O código da receita para tributação sobre renda variável para pessoa física é 6015. O período de apuração refere-se ao mês quando foram vendidas as ações. Assim, se as ações foram vendidas em março, a data a ser colocada no campo “período de apuração” do DARF é 31.03.2017. A data de vencimento é o último dia útil do mês subsequente ao da apuração, neste caso 30.04.2017. O campo 05, “número de referência”, não necessita ser preenchido“.

Caso o investidor precise gerar ou recalcular (multas por atraso, por exemplo) um DARF, é possível utilizar a ferramenta Sicalc da própria Receita Federal. O Sicalc é uma aplicação disponível para download, mas existe também uma versão web que funciona online (clique na aba “pagamento“). Não custa lembrar: “informe o valor a ser pago, não o valor da venda (risos)“.

Para finalizar, fiquei indeciso nos primeiros dias e, por consequência, reduzi levemente minha margem de lucro. Lancei a operação no programa IRPFBolsa, indicando uma compra padrão de ITSA1, em 24/02/2017, com os custos de corretagem e preço de compra zerados. No dia 06 do mês de março, vendi o direito de subscrição (zerando a posição) e lancei a operação com os custos e preço de venda (R$ 3,55 por ativo) de uma operação qualquer.

Infelizmente, ao contrário do que imaginei, o programa IRPFBolsa não apurou o lucro da operação. Acredito que a aplicação ainda não prevê a venda do direito de subscrição (farei contato com os desenvolvedores durante a semana). De qualquer forma, estou “tranquilo” porque ainda posso compensar pequenos prejuízos realizados em operações passadas, conforme relatado em postagem anteriores. No meu caso, o único problema é que o valor do “prejuízo a compensar” (no IRPFBolsa) permanece inalterado.

Resultado do mês de Janeiro (2017)

Enfim, eis o primeiro resultado de 2017 (risos)…

Atrasei um pouco, para compartilhar o resultado de janeiro, porque estive ocupado com outros projetos e por questões pessoais também. No mês passado, incluí uma tabela que demonstra a evolução do preço de mercado de minha carteira (em relação ao preço médio), mas esta informação será fornecida apenas no mês de dezembro. Acredito que o ano ainda promete e provavelmente passaremos por algumas turbulências, principalmente porque o presidente norte-americano tem demonstrado uma grande habilidade para fazer besteira.

Conforme exposto na publicação anterior, decidi encerrar algumas posições da carteira Microcaps. Ou seja, em janeiro, vendi FESA4, SNSL3 e PTBL3. Com exceção de PTBL3, obtive um luco interessante nas operações. Dentre outras razões, me sinto mais confortável atuando como holder. Não vejo muita vantagem em continuar sócio destas empresas – os balanços continuam fracos. Da carteira Microcaps, mantive apenas CARD3 e AGRO3.

Vale lembrar que, na primeira quinzena de fevereiro, será liberado o calendário para o resgate total de contas inativas do FGTS. É uma excelente oportunidade para quitar dívidas, investir ou reforçar posições. Assim que obtiver maiores informações e tomar medidas para o saque, publicarei os detalhes. Mas, fiquem atentos, pois estão divulgando calendários falsos.

Ainda não solicitei a transferência de custódia da corretora MyCAP para a Rico porque concluí os ajustes da carteira há poucos dias. Preencherei o formulário STVM ainda hoje.

Quanto aos investimentos…

Recebi proventos de ITUB3, ITSA3, CARD3, FESA4, BRCR11 (0,763%), FCFL11B (0,582%), PQDP11 (0,723%), KNRI11 (0,641%), RNGO11 (0,813%), SAAG11 (0,711%), TRXL11 (0,812%), FVBI11B (0,749%), XPGA11 (1,198%), KNCR11 (1,013%), EDGA11B (0,556%) e HGRE11 (0,856%). O desempenho dos FIIs permanece bastante estável, e o pior resultado foi do fundo EDGA11B. O rendimento final da carteira foi reforçado com o pagamento de JCP (Juros sobre Capital Próprio) de FESA4 e CARD3.

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações ou cotas de BBAS3, BBSE3, CARD3, FVBI11B, KNCR11 e HGRE11. O menor aporte foi em ações CARD3 e fundo FVBI11B, nos demais a distribuição foi equilibrada.

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

O mês apresentou uma pequena volatilidade, mas os principais ativos ofereceram um desempenho bastante satisfatório. Continuo com um excelente resultado, acima de minha expectativa. Vale ressaltar que é importante ter consciência que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de uma tendência de alta, os papeis não se movimentam em linha reta.

Estou apenas demonstrando o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento.

Resultado do mês de Dezembro (2016)

O ano está encerrando e passamos por fortes turbulências, resultante do “processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, operação Lava Jato, Brexit, eleição presidencial norte-americana e etc”. Haja emoção (risos)! O atual governo apresentou medidas polêmicas (algumas extremamente impopulares), mas acredito que está em concordância com estudos dos principais economistas brasileiros quanto a retomada do crescimento econômico. Porém, não é algo simples ou rápido. Dificilmente colheremos frutos já em 2017. Para investidores, o ano de 2016 ofereceu grandes oportunidades (seja em renda fixa ou variável) e ainda existe uma janela de oportunidades bastante interessante para o próximo.

As mudanças no cenário político e econômico geraram expectativa positiva e o índice Ibovespa encerrou o ano com alta de 39%. E, em função da elevada taxa de juros, investimentos em renda fixa também ofereceram oportunidades raríssimas. Particularmente, optei por concentrar os novos aportes em Fundos Imobiliários e Ações. A única operação que realizei, em renda fixa, foi a troca de fundo DI (no mesmo Banco).

Neste ano, algumas medidas fundamentais e impopulares foram tomadas, como o caso da PEC 241 e proposta de reforma da Previdência. O governo também apresentou um pacote de medidas econômicas, visando aumentar a produtividade, reduzir os juros para o consumidor final e diminuir a burocracia. Para aquecer a economia, o governo liberou o resgate total de contas inativas do FGTS e lançou uma proposta de reforma trabalhista, beneficiando inúmeros brasileiros diretamente. Infelizmente, o índice de desemprego continua crescente e, no curto prazo, não há sinais de reversão. Medidas importantes estão sendo tomadas, mas, provavelmente, serão perceptíveis apenas em 2018.

Os ventos estão mudando de direção, no entanto a crise ainda é uma dura realidade. A diminuição da inflação, por exemplo, se deve, em parte, pela perda do poder de consumo da população. Ou seja, ainda não há um sinal claro de recuperação. Não estou sendo pessimista ao afirmar isto, estou apenas apontando aspectos que podemos “explorar” para o próximo ano. Aliás, aproveitem a liberação do resgate total do FGTS (contas inativas) para quitar (ou negociar) suas dívidas ou aproveitem a oportunidade para investir – o calendário será liberado no mês de fevereiro.

Quanto aos investimentos…

Por esquecimento, perdi a data de renovação da assinatura do relatório de Microcaps da Empiricus. Assinei por dois anos seguidos e aprendi bastante. Porém, não estou certo de que o custo x benefício seja realmente compensador. O relatório é caro e o índice de acerto (ou eficiência) é um tanto questionável. Continuo assinando o relatório de Fundos Imobiliários e pretendo renovar por mais um ano. Em breve, compartilharei maiores detalhes sobre minha experiência com a Empiricus.

Já estou operando pela corretora Rico e em janeiro solicitarei a transferência da custódia da MyCAP também.

Recebi proventos de ABEV3, BBAS3, ITUB3, BRCR11 (0,787%), FCFL11B (0,629%), PQDP11 (0,551%), KNRI11 (0,662%), RNGO11 (0,835%), SAAG11 (0,723%), TRXL11 (1,011%), FVBI11B (0,634%), XPGA11 (1,084%), KNCR11 (0,885%), EDGA11B (0,615%) e HGRE11 (0,797%). O desempenho dos FIIs tem sido bastante estável, e o pior resultado foi do fundo PQDP11. Vale lembrar que o rendimento do fundo TRXL11 não é recorrente – o pagamento da multa devida pela empresa 2 Alianças contribuiu com o rendimento superior deste mês. O rendimento final da carteira foi reforçado com o pagamento de JCP (Juros sobre Capital Próprio) de ABEV3 e BBAS3.

Com o rendimento da própria carteira, somado ao capital que me prontifico separar para investir mensalmente, comprei mais ações ou cotas de IVVB11, ABEV3, ITSA3, BRCR11, KNRI11 e KNCR11. O menor aporte foi para o fundo KNCR11, nos demais a distribuição foi equilibrada. Aproveitei a desvalorização de ABEV3 para reforçar minha posição. Incluí à carteira algumas cotas do ETF que reflete o índice Americano S&P500 (IVVB11) – não requer mais perfil qualificado.

A composição atual ficou assim (gráfico do IrpfBolsa):

Para demonstrar mais detalhadamente a “evolução” da carteira, compartilharei o resultado do ganho por ativo (em relação ao preço médio):

Papel Preço médio Preço mercado % Setor
ABEV3 18,68 16,45 -11,97 Consumo não Cíclico
AGRO3 12,18 11,2 -8,09 Financeiro e Outros
BBAS3 17,07 28,1 64,61 Financeiro e Outros
BBSE3 27,52 28,38 3,09 Financeiro e Outros
BRCR11 99,53 95,5 -4,03 Financeiro e Outros
CARD3 3,46 4,97 43,43 Bens Industriais
EDGA11B 64,40 51,9 -19,42 Financeiro e Outros
EZTC3 13,00 15,8 21,48 Construção e Transporte
FCFL11B 1289,91 1780 37,99 Financeiro e Outros
FESA4 7,00 7,81 11,51 Materiais Básicos
FVBI11B 73,74 88,95 20,61 Financeiro e Outros
GRND3 17,90 17,75 -0,88 Consumo Cíclico
HGRE11 1282,68 1250 -2,54 Financeiro e Outros
ITSA3 7,89 8,09 2,44 Financeiro e Outros
ITUB3 25,28 30,99 22,54 Financeiro e Outros
IVVB11 79,87 76,41 -4,33 Financeiro e Outros
KNCR11 111,77 113,95 1,94 Financeiro e Outros
KNRI11 134,42 144 7,12 Financeiro e Outros
PETR3 9,35 17,3 84,83 Petróleo, Gás e Biocomb
PQDP11 1335,59 1999,99 49,74 Financeiro e Outros
PTBL3 2,61 2,09 -20,07 Construção e Transporte
RNGO11 75,67 79,99 5,70 Financeiro e Outros
SAAG11 97,78 118,49 21,16 Financeiro e Outros
TRXL11 67,88 58,49 -13,84 Financeiro e Outros
XPGA11 87,39 99,5 13,84 Financeiro e Outros

Observando a tabela acima, tornam-se evidentes os benefícios da diversificação. Porém, não se engane com uma simples análise isolada do ganho em relação ao preço médio. Apesar da Grendene (GRND3) encerrar com queda de 0,88%, por exemplo, os dividendos ou JCP distribuídos pela empresa converteram o resultado em lucro (não exibido na tabela). Daí a razão do Bastter sempre repetir que, para o holder, preço de compra não importa. No longo prazo, o preço médio real tende a zero – alguns aportes serão feitos com a remuneração da própria carteira.

Desde o início do mês, a tendência de alta da Bolsa de Valores perdeu força devido ao “estresse do mercado” (expectativa gerada com a vitória de Trump, por exemplo), levando a uma forte volatilidade. Ainda assim, o IBovespa encerrou o ano com alta de 39% (melhor resultado desde 2009).

Fiquei um pouco “surpreso” com a desvalorização das ações da Ambev, mas vejo como uma excelente oportunidade para novas entradas, visto que não há fundamentos que sustentem a queda.

Conforme exposto, a carteira apresentou um excelente resultado e continua superando minha expectativa. No entanto, é preciso ter consciência que, no curto prazo, oscilações são naturais e esperadas (com movimentos de repique, por exemplo). Dentro de uma tendência de alta, os papeis não se movimentam em linha reta.

Estou apenas demonstrando o potencial de crescimento, isto não é recomendação de investimento.